MORTE CEREBRAL E COMO...
CURIOSIDADES SOBRE O DESERTO
O Extremo dos Desertos: Por Que São Tão Quentes de Dia e Tão Frios à Noite?
Os desertos são famosos por seus extremos, e talvez o mais impressionante seja a sua drástica variação de temperatura. Durante o dia, o calor pode ser insuportável, com temperaturas que facilmente ultrapassam os 40°C. No entanto, ao cair da noite, o mesmo local pode se tornar gelado, com temperaturas despencando para abaixo de zero. Como essa mudança tão radical acontece em questão de horas?
Primeiro, vamos considerar o papel da umidade. Em ambientes
úmidos, como florestas ou regiões costeiras, o vapor d’água presente na
atmosfera age como um “cobertor” térmico. Durante o dia, ele ajuda a bloquear
parte da radiação solar, moderando o calor. À noite, esse mesmo cobertor de
umidade aprisiona o calor que a Terra irradia, impedindo que ele escape
rapidamente para o espaço e mantendo as noites mais amenas. Nos desertos, o ar
é extremamente seco, o que significa que não há esse cobertor.
Durante o dia, sem a proteção da umidade e com poucas
nuvens, a radiação solar atinge a superfície do deserto com força total. A
areia e as rochas, que têm baixa capacidade térmica, absorvem essa energia e
aquecem muito rapidamente, levando a temperaturas diurnas escaldantes.
No entanto, essa mesma baixa capacidade térmica da areia se
torna crucial quando o sol se põe. Assim que a fonte de calor desaparece, a
areia começa a liberar toda a energia que acumulou de volta para a atmosfera.
Sem o “cobertor” de umidade para reter esse calor, ele escapa livremente para o
espaço. A perda de calor é tão rápida e eficiente que a temperatura da
superfície do deserto despenca, resultando em noites surpreendentemente frias,
muitas vezes geladas.
É essa combinação de ar seco e um solo que não retém calor
que cria a impressionante amplitude térmica dos desertos, um lembrete de como a
água, mesmo na sua forma invisível de vapor, desempenha um papel vital na
regulação do clima do nosso planeta. #deserto #aquecimento
Fonte
A ORIENTAÇÃO DE VÔO DAS AVES
A Bússola Interna: Como os Pássaros Migratórios se Orientam em Longas Distâncias
O BESOURO BOMBARDEIRO
O crepitans Brachinus, conhecido como besouro bombardeiro, mede apenas 2 cm, mas domina uma defesa química única. Ao se sentir ameaçado, mistura hidroquinona e peróxido de hidrogênio no abdómen, ativando uma reação exotérmica que atinge 100 °C. Expulse rajadas de benzoquinonas corrosivas a 500 pulsos por segundo, capazes de queimar e repelir predadores. Este mecanismo, preciso e repetível, inspirou pesquisas para reativar turbinas a gás em aeronaves a temperaturas até –50 °C. Seu sistema de válvulas e câmeras internas está sendo estudado em engenharia química e biomimética avançada.
O MONTE RORAIMA
O Monte Roraima localizado na tríplice fronteira entre Venezuela, Brasil e Guiana, é um dos cenários mais fascinantes da América do Sul. Com seus 2.810 metros de altitude, esta impressionante formação geológica de topo plano e paredões verticais data de mais de 2 bilhões de anos, esculpido pela erosão em um planalto de arenito cercado por penhascos de 400 metros. Seu isolamento geográfico criou um ecossistema único, repleto de espécies endêmicas, como o sapo-do-Roraima e plantas carnívoras. Sagrado para os indígenas o Monte Roraima combina mistério, biodiversidade e uma beleza ancestral, desafiando até mesmo o clima imprevisível, que oscila entre névoas densas e chuvas repentinas.
MAL ou MAU :COMO SABER USAR
IMAGEM EXTRAÍDA DA INTERNET






