google.com, pub-9500672422090741, DIRECT, f08c47fec0942fa0 CURIOSIDADES & CIA: Sabedoria
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A AURICULOTERAPIA

Sua orelha esconde um mapa completo do seu corpo — e poucos sabem disso!
Conheça a Reflexologia Auricular — uma técnica milenar que estimula pontos específicos na orelha para equilibrar e beneficiar órgãos e sistemas do corpo inteiro!
Como funciona?
Cada região da orelha está diretamente conectada a uma parte do organismo. Ao aplicar pressão nesses pontos, você envia estímulos que ajudam a reequilibrar o corpo de dentro para fora.

As principais zonas e suas conexões

Lóbulo → Cérebro
Borda interna → Coluna vertebral
Região média → Pulmões
Área central → Rins
Parte interna → Estômago
Região superior → Fígado
Parte alta→ Pés

O que essa prática pode proporcionar:
Relaxamento profundo do sistema nervoso
Reequilíbrio natural do organismo
Redução do estresse e da ansiedade
Estímulo às funções internas do corpo
Como praticar em casa:
Use pressão suave com os dedos ou sementes auriculares
Mantenha o estímulo por 1 a 2 minutos em cada ponto
Repita algumas vezes ao longo do dia para melhores resultados
Dica de ouro: Massageie delicadamente toda a extensão da orelha para ativar múltiplos pontos de uma só vez!
Sua orelha é muito mais poderosa do que você imagina. Experimente e sinta a diferença!

A CRIADORA DO DIA DO(A) PROFESSOR(A)


Antonieta de Barros partiu em um 28 de março, no outono de 1952, mas a estrutura que ela ergueu em Florianópolis permanece como o alicerce da educação catarinense. Filha de Catarina, uma lavadeira que transformou a própria casa em pensão para financiar os livros das filhas, Antonieta não herdou privilégios, mas sim a convicção de que o letramento era a única alforria definitiva em um Brasil pós-abolição.
Diplomada pela Escola Normal em 1921, ela compreendeu que a sala de aula era um espaço de disputa política. Ao fundar seu próprio curso de alfabetização, Antonieta focou naqueles que a elite ignorava: adultos e trabalhadores marginalizados. Sua pedagogia não era apenas técnica, era um projeto de emancipação civil.
Paralelamente ao giz, ela empunhou a pena. Sob o pseudônimo de Maria da Ilha, Antonieta ocupou as redações de jornais como O Estado e A Semana, onde fundiu erudição e denúncia. Suas crônicas eram o termômetro de uma sociedade que resistia à presença de uma mulher negra no debate intelectual, mas que não conseguia ignorar a lucidez de seus argumentos sobre os direitos femininos e a urgência do ensino público.
Em 1934, Antonieta de Barros transpôs a barreira do Legislativo. Eleita deputada estadual, ela não apenas ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina; ela a utilizou para legislar em favor do magistério. É de sua autoria a lei que instituiu o Dia do Professor (15 de outubro) no estado, um reconhecimento que, anos depois, ganharia escala nacional.
Hoje, a lembrança de sua morte nos convoca ao rigor de sua memória. Antonieta de Barros deixou um legado de fidalguia intelectual e coragem institucional, provando que a política e a educação são, em última análise, o mesmo exercício de liberdade.

Foto: reprodução 


Fonte: Site Mundo Negro

O GAROTO QUE REVOLUCIONOU A AGRICULTURA




Em 1841, na ilha da Reunião, um jovem escravizado de apenas 12 anos, chamado Edmond Albius, transformou o mundo com duas ferramentas improváveis: sua curiosidade e seu polegar.
Os franceses haviam levado a planta da baunilha do México para as colônias no Oceano Índico. Mas enfrentavam um impasse: sem os insetos polinizadores nativos do México, as flores murchavam antes de produzir vagens. Agricultores e botânicos tentaram de tudo — e falharam.
Até que Edmond descobriu o impossível.
Com um pequeno galho ou um fio de capim, ele abriu o opérculo da flor e uniu manualmente as partes masculina e feminina. A polinização artificial funcionou. Era um gesto simples, rápido e genial — algo que os especialistas da época não conseguiram fazer.
A partir daí, a produção de baunilha explodiu. A ilha da Reunião virou centro de cultivo, seguida por Madagascar, que ainda hoje lidera o mercado mundial — usando o método criado por Edmond.
Mas para o garoto que revolucionou a agricultura, não houve glória. Nem dinheiro. Nem justiça. Edmond Albius morreu pobre e esquecido.
Hoje, lembramos seu nome.

Porque um menino escravizado, sem escola nem liberdade, revelou o segredo da orquídea-baunilha e deixou sua marca em cada sorvete, cada bolo, cada perfume. 


Fonte

O MAIOR ORGANISMO VIVO...



 Poucos sabem que o maior ser vivo do mundo é um fungo chamado Armillaria ostoyae, ou "cogumelo do mel".

Ele vive sob o solo de uma floresta no Oregon, EUA, cobrindo cerca de 965 hectares, mais de 1.400 campos de futebol!

Grande parte dele é invisível a olho nu, formada por uma rede subterrânea chamada micélio, que se espalha entre as árvores.

Esse fungo pode viver há milhares de anos, entre 2.500 e 8.500, e domina a floresta ao apodrecer as raízes das árvores.

Uma das curiosidades mais incríveis da natureza!

O NOSSO SEGUNDO CORAÇÃO...



 Seu coração não trabalha sozinho. Em suas pernas tem outro… e ele se chama sóleo 🦵🫀

Esse músculo profundo, discreto e muitas vezes esquecido… também bate por você.


Sempre que você caminha, sobe escadas ou apenas permanece de pé, o sóleo entra em ação.

E ao fazer isso, cumpre uma missão vital: empurrar o sangue venoso das pernas de volta ao coração, vencendo a gravidade.

Por isso, é conhecido como “o segundo coração”.


📍 Onde ele fica?

Na parte de trás da perna, logo abaixo do gastrocnêmio (a batata da perna).

Não foi feito pra saltar… mas pra sustentar.


💡 Por que isso importa?

Porque, quando está ativo:

• Melhora a circulação

• Previne trombos e estase venosa

• Reduz inchaços nas pernas

• Protege contra complicações cardiovasculares

E o melhor: ele trabalha mesmo quando você está parado.


📌 Dica prática:

Se você passa horas sentado ou em pé:

✅ Caminhe por alguns minutos

✅ Eleve e abaixe os calcanhares

✅ Faça flexões nos tornozelos

✅ Movimente os pés em círculos


Pequenos gestos, grandes resultados.

Dê ritmo ao seu sóleo… e seu coração vai agradecer.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não substitui uma avaliação médica. Procure um profissional da saúde se houver sintomas circulatórios.



A ORIGEM DA CAPOEIRA


A Origem na Capoeira, a arte marcial brasileira.

"Estudiosos e praticantes indagam constantemente a respeito das origens da capoeira, mas poucos conseguiram investigar sua formação para além das especulações disseminadas pelo senso comum.

A capoeira foi uma invenção do negro na África, onde existia como forma de dança ritualística. Escravos bantos levados de Angola para o Brasil trouxeram com eles um tipo caraterístico de luta corporal. A primeira documentação detalhada do final do século XVIII revela que essas práticas estavam associadas a homens escravizados. No século XVII, era costume dos povos pastores do sul da atual Angola, na África, comemorar a iniciação dos jovens à vida adulta com uma cerimônia chamada n'golo (que significa "zebra" em quimbundo).

Durante a cerimônia, os homens competiam numa luta animada pelo toque de atabaques em que ganhava quem conseguisse encostar o pé na cabeça do adversário. O vencedor tinha o direito de escolher, sem ter de pagar o dote, uma noiva entre as jovens que estavam sendo iniciadas à vida adulta. Com a chegada dos portugueses e a escravização dos povos africanos, esta luta terá sido introduzida no Brasil.

O N'golo ocorria durante a “Efundula” (festa da puberdade), onde os adolescentes formavam uma roda; com uma dupla ao cetro desferindo coices e cabeçadas um no outro, até que um era derrubado no solo, essa luta é oriunda das observações dos negros, dos machos das zebras nas disputas das fêmeas, no período do cio, onde os machos lutam com mordidas, cabeçadas e coices.

A teoria mais aceita é a de que a palavra deriva do tupi-guarani "kapu'era", que significa "mato que já foi", "mata rasa" ou "mata roçada", referindo-se às áreas de vegetação rala ou cortada onde os escravos fugidos e os indígenas se escondiam e praticavam a capoeira. O termo acabou ganhando igualmente uso pejorativo, documentado já em 1824, significando vadio, malandro ou malfeitor, caraterísticas que se atribuíam aos indivíduos destros nesse tipo de luta.

Temos agora uma idéia de como nasceu a capoeira: mistura de diversas lutas, danças, rituais e instrumentos musicais vindos de várias partes da África. Mistura realizada em solo brasileiro.

Formas muito semelhantes à capoeira, tanto em gestos quanto em ritmos, são conhecidas e praticadas na maioria dos países afetados pela colonização e pelo tráfico de escravos . Moring em Mayotte , Madagascar e Reunião , ladja (ou danmye, ag'ya) na Martinica e Guadalupe , maní em Cuba , pingue no Haiti , susa no Suriname , etc

Já existiam registros da prática da capoeira nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e Recife desde o século XVIII, mas o grande aumento do número de escravos urbanos e da própria vida social nas cidades brasileiras deu à capoeira maior facilidade de difusão e maior notoriedade. No Rio de Janeiro, as aventuras dos capoeiristas eram de tal jeito que o governo, através da portarias como a de 31 de outubro de 1821, estabeleceu castigos corporais severos e outras medidas de repressão à prática de capoeira.

A capoeira também se assemelha muito, inclusive em seus rituais (a roda em torno dos lutadores, a orquestra, os instrumentos musicais tocados, etc.), à dança do leopardo praticada na África Ocidental pela sociedade secreta Poro e mais precisamente entre os Senoufos (atuais Costa do Marfim, Burkina, Mali, etc.) onde é chamada de Boloye .

Outra fonte afirma que o termo capoeira só mais tarde passou a descrever uma forma de luta popularmente chamada Brincadeira de Angola (jogo ou diversão de Angola), mantida em segredo durante a escravidão e que treinava escravos livres na arte do combate.

Outros acreditam que ela é completamente brasileira, pois nasceu em território brasileiro, embora seus criadores fossem escravos vindos da África.

Cartas do Jesuíta Antonio Gonçalves para os superiores de Lisboa, em 1735, descreve um luta que os índios praticavam antes de qualquer conflito, em forma de roda dois a dois usando os braços, pernas, cotoveladas, joelhadas, e usando todo corpo como armas (convento de Santo Inácio de Loyola, anais das missões no Brasil. Tomo III pág. 128).

O escritor Holandês Gaspar Barleus descreve no livro “Rerum Per Octenium in Brasília-1647, a luta dos índios tupis praticada no litoral brasileiro” chamado de Maraná, luta de guerra.

Com base no nome capoeira ser de origem tupi-guarani, (mato ralo que foi cortado) e que toda cultura África tem os seus nomes em idiomas africanos, como também as danças indígenas brasileiras são de forma de passadas idêntica a ginga da capoeira com “pé para frente e pé para traz”. “As lutas africanas são movimentadas lateralmente ou em formas de pulos altos, e só viram de frente na hora de dar cabeçadas contra o peito do outro que desejam derrubar, acontece-lhes chocarem-se fortemente cabeça contra cabeça, o que faz com que a brincadeira não raro degenere em briga e que as facas entrem em jogo ensanguentando-a.

Guilherme de Almeida, no livro música do Brasil, sustenta serem indígenas as raízes da capoeira; o Navegador Português Martins Afonso de Souza, observou tribos jogando capoeira.

Observando várias dúvidas dos folcloristas, pesquisadores e historiadores, provavelmente a Capoeira é a Fusão do N”Golo, trazida da África e o Maraná, existente no Brasil antes do Descobrimento."

Imagem: "Negros lutando, Brasil" (Negroes Fighting, Brazil) do artista Augustus Earle, datada de 1822, é uma das primeiras e mais importantes representações visuais da capoeira

Fonte: HISTÓRIA DA CAPOEIRA. Adriana Raquel Ritter Fontoura