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DITADOS POPULARES FAMOSOS...


 

Ditados populares são frases ou expressões consideradas sábias, porque são passadas de geração para geração e transmitem experiências e conhecimentos que podem ajudar pessoas mais novas a entenderem determinados comportamentos e acontecimentos.

A origem das expressões pode ser conhecida ou não, bem como pode ser incerta. As frases são faladas pela população em geral, independentemente da idade e da classe social.

Os ditados populares são mantidos ao longo dos anos e são elementos importantes da cultura nacional ou local. Fazem parte ainda da diversidade cultural do Brasil. Às vezes, os ditados ultrapassam as fronteiras da língua portuguesa e podem ser traduzidos, literalmente ou não, para outros idiomas, causando a mesma sensação de sabedoria.

Há ditados de folclore, ditados nordestinos, ditados religiosos, ditados de amor, ditados engraçados etc. Muitas vezes, essas expressões são cobradas em provas de escola, vestibulares e Enem, especialmente em questões de interpretação de texto.

Confira:

1) A pressa é a inimiga da perfeição – mostra que é necessário ter paciência e fazer as coisas devagar para alcançar os objetivos.

 

2) A corda sempre arrebenta do lado mais fraco – indica que pessoas com classe social considerada mais baixa em relação à outra são prejudicadas primeiro.

 

3) Água mole em pedra dura tanto bate até que fura – sinaliza que é necessário persistência para conseguir o que se deseja.

 

4) Águas passadas não movem moinho – remete à ideia de que o que passou, passou, e que não é possível mudar o passado.

 

5) Amigos, amigos, negócios à parte – revela que as amizades podem ser abaladas quando há dinheiro envolvido. Por isso, não seria bom misturá-los.

 

6) Cada macaco no seu galho – apresenta o conceito de que cada um deve cuidar da sua vida e não se intrometer na do outro.

 

7) Cão que ladra não morde – mostra que algumas pessoas ameaçam com palavras, mas, na verdade, não fazem nada, por isso não é necessário temê-las.

 

8) Casa da mãe Joana – refere-se a um lugar onde as pessoas têm liberdade para entrar e fazer o que quiserem, em qualquer hora.

 

9) De médico e louco, todo mundo tem um pouco – sinaliza que as pessoas, no geral, têm um lado mais sensato e um lado mais impulsivo.

 

10) Deus ajuda a quem cedo madruga – pessoas determinadas, que acordam cedo para trabalhar ou estudar, conseguem seus objetivos.

 

11) De grão em grão, a galinha enche o papo – usamos esse ditado quando queremos dizer que determinado objetivo será alcançado aos poucos, etapa por etapa.

 

12) Devagar se vai longe – apresenta que pessoas que fazem atividades com calma, cada uma a seu tempo, conseguem ter mais sucesso do que as que realizam seus afazeres apressados.

 

13) Diga com quem anda que lhe direi quem és – afirma que o caráter de uma pessoa pode ser definido pelo caráter das suas amizades.

 

14) Esmola demais até santo desconfia – remete à ideia de que, quando uma pessoa elogia outra em excesso ou lhe oferece presentes, é porque pode estar querendo algo por trás.

 

15) Filho de peixe, peixinho é – mostra que, no geral, os filhos têm atitudes parecidas às que têm os seus pais.

 

16) Há males que vêm para bem – significa que um acontecimento aparentemente ruim pode representar algo bom no futuro.

 

17) Mais vale um pássaro na mão do que dois voando – indica que é mais importante ter algo menos valioso, mas concreto, do que algo valioso, mas que é difícil de ser obtido.

 

18) Mente vazia, oficina do diabo – apresenta que, quando alguém não tem atividades, o tempo ocioso toma conta da sua mente, motivando a ter pensamentos negativos.

 

19) Não deixe para amanhã aquilo que você pode fazer hoje – nesse caso, a ideia é que a pessoa faça agora mesmo as suas atividades, pois depois elas se acumularão.

 

20) Não ponha a carroça na frente dos bois – orienta as pessoas a seguirem o curso natural das coisas e não mudá-las.

 

21) Nem tudo que reluz é ouro – mostra que nem sempre as aparências contam, é preciso conhecer melhor uma pessoa por dentro para saber qual é o seu caráter.

 

22) Onde há fumaça, há fogo – indica que, quando a pessoa desconfia de algo ou alguém por ter sinais, realmente há motivo para tal desconfiança.

 

23) Para bom entendedor, meia palavra basta – é usado em situações nas quais o interlocutor capta rapidamente a mensagem que o locutor está produzindo.

 

24) Por ele eu ponho minha mão no fogo – sinaliza quando uma pessoa confia cegamente na outra a ponto de acreditar em tudo que ela fala.

 

25) Quem não é visto, não é lembrado – ressalta que pessoas que se isolam ou não se mostram podem ser esquecidas ou substituídas por outras que estão mais à vista.

 

26) Quem não tem cão caça com gato – remete à ideia de que, quando não temos algum objeto adequado para realizar a atividade, devemos improvisar.

 

27) Roupa suja se lava em casa – indica que as pessoas devem discutir ou brigar somente entre membros da família, não na frente de desconhecidos.

 

28) Saco vazio não para em pé – revela que devemos nos alimentar, porque, caso contrário, não teremos forças e podemos sentir-nos mal a ponto de desmaiar.

 

29) Quem com ferro fere, com ferro será ferido – significa que as pessoas que prejudicam outras serão prejudicadas um dia da mesma forma.

 

30) Um dia é da caça, outro, do caçador – mostra que as pessoas têm dias e dias, que podem ser bons ou ruins, portanto, vida que segue.


Fonte



MORTE CEREBRAL E COMO...


 

O coma representa uma condição grave em que a pessoa permanece inconsciente, mas ainda existe atividade elétrica e fluxo sanguíneo no cérebro, o que mantém algumas funções neurológicas básicas preservadas e possibilita chances de recuperação dependendo da causa. Já a morte cerebral corresponde à ausência total e irreversível de atividade elétrica e circulação encefálica, incluindo o tronco cerebral, sendo reconhecida pela medicina e pela lei como a morte do indivíduo, sem possibilidade de reversão.
Referência: Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.173/2017.


ASTRONOMIA

 


O Rebaixamento de Plutão: Por Que Ele Deixou de Ser Planeta?
Durante décadas, aprendemos que o Sistema Solar era composto por nove planetas, e Plutão, o pequeno e gelado mundo nos confins do nosso sistema, encerrava a lista. No entanto, em 2006, a União Astronômica Internacional (IAU) tomou uma decisão controversa que mudou os livros de ciência: Plutão foi rebaixado à categoria de “planeta anão”. Mas o que motivou essa mudança?
A reclassificação de Plutão não foi um ato arbitrário, mas uma consequência de novas descobertas e da necessidade de uma definição mais precisa do que constitui um planeta. A polêmica começou com a descoberta de outros corpos celestes no Cinturão de Kuiper – um vasto anel de objetos gelados além da órbita de Netuno – que eram muito semelhantes em tamanho e composição a Plutão. Um deles, Éris, era inclusive mais massivo. Isso criou um dilema para os astrônomos: se Plutão era um planeta, então Éris e potencialmente dezenas de outros objetos também deveriam ser, expandindo drasticamente o número de planetas no Sistema Solar.
Para resolver a questão, a IAU estabeleceu três critérios que um corpo celeste deve cumprir para ser considerado um planeta: 1) ele deve orbitar o Sol; 2) deve ter massa suficiente para que sua própria gravidade o molde em uma forma esférica (equilíbrio hidrostático); e 3) deve ter “limpado a vizinhança” de sua órbita, ou seja, ser o objeto gravitacionalmente dominante em seu caminho orbital, sem outros corpos de tamanho comparável. Plutão cumpre os dois primeiros critérios com louvor, mas falha no terceiro. Sua órbita é compartilhada com inúmeros outros objetos do Cinturão de Kuiper, e ele não é o “dono” do seu pedaço do espaço. Por essa razão, ele foi enquadrado na nova categoria de planeta anão, um termo que reconhece sua natureza planetária, mas também sua localização em uma vizinhança “povoada”. A história de Plutão nos ensina que a ciência é um processo dinâmico, sempre se refinando à medida que nossa visão do cosmos se expande.

A IMPORTÂNCIA DO IODO NO SAL DE COZINHA



Até poucas gerações atrás, o **bócio endêmico** — aquele inchaço no pescoço causado por aumento da tireoide — era uma cena comum em regiões montanhosas da Europa, Ásia e América. A causa? A **deficiência de iodo no solo e na alimentação**.
A virada começou em **1811**, quando o químico francês **Bernard Courtois** isolou o iodo pela primeira vez a partir de algas marinhas. Pouco depois, em **1813**, o médico suíço **Jean-François Coindet** testou sais de iodo em pacientes com bócio e viu resultados rápidos. A conexão definitiva veio décadas mais tarde, com **Gaspard Adolphe Chatin**, que demonstrou cientificamente a relação entre a doença e a falta desse mineral essencial.
O verdadeiro salto de saúde pública ocorreu em **1922**, quando a **Suíça** introduziu o **sal iodado** — medida proposta pelo cirurgião **Hans Eggenberger** para combater o bócio e o cretinismo nas regiões alpinas. O sucesso foi imediato e inspirou outros países. Em **1924**, os **Estados Unidos** seguiram o exemplo, começando por Michigan.
No **Brasil**, a iodação do sal também se tornou obrigatória e ajudou a eliminar o bócio endêmico que antes era frequente em várias regiões.
Hoje, esse gesto simples — adicionar iodo ao sal — é considerado uma das **mais eficazes políticas de prevenção em saúde pública da história**, responsável por salvar milhões de pessoas de deficiências, atrasos cognitivos e doenças da tireoide.

GALINHAS D'ANGOLA...PROTETORAS NATURAIS


Fonte

 As galinhas d'angola, também conhecidas como capotes, são indispensáveis em chácaras, sítios e fazendas. Sempre que algo estranho invade seu território, elas formam um círculo em volta do intruso e fazem uma algazarra imensa, alertando os moradores. Quando isso acontece, é só ir verificar para perceber como elas são importantes na proteção contra perigos. Situações como esta nos lembram o quanto temos a agradecer à natureza.

COMO SURGIU O É PIC É PIC NA CANÇÃO DE PARABÉNS


 

É PIC É PIC É PIC .... VOCE SABIA DA ORIGEM DA SEGUNDA PARTE DO PARABENS A VOCE ?

"A canção mais famosa do mundo talvez seja a tradicional música do “Parabéns a você”, cantada em festas de crianças, jovens e adultos. Entretanto, enquanto a primeira parte da origem na canção “Good Morning to All” (“Bom dia a todos”), das irmãs e professoras norte-americanas Mildred J. Hill e Patty Hill em 1893, que resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola, a segunda parte tem influência DIRETA do brasileiros e, mais especificamente, dos estudantes do Largo São Francisco.

Os trechos compostos por “é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum”, é um amontoado de gírias e bordões dessa distinta universidade na década de 30. A parte “é pique, é pique”, é uma antiga saudação ao estudante Ubirajara Martins, que tinha o apelido de “pic pic”, já que vivia com uma tesoura aparando a barba e o bigode.

Segundo Hernâni Donato, Ubirajara era assim: ” Possuidor de uma barba imponente, ele levava consigo uma tesourinha, com a qual ficava aparando a barba que ostentava com orgulho. Ubirajara Martins costumava aparar sua barba, nas mesas do Ponto Chic, do qual era freqüentador. Os estudantes, por sua vez, ouviam o pique – pique da tesoura de Ubirajara e por gozação incluíram na canção o pique – pique e tesoura e ficou: É Pique, É Pique ! Meia hora, Meia hora ! É hora, é hora, é hora! Rajá timbum !”

Já o segundo trecho, composto por “é hora, é hora”, era praticamente um grito de guerra que cercava os bares ao redor da faculdade. Na época, por volta de 1930, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja, afinal, era o tempo que demorava para gelar nas barras de gelo.
Quando o tempo chegava, os estudantes gritavam “É meia hora, é hora, é hora, é hora”. Grito que se mantém até os dias de hoje. O último trecho, e talvez o mais curioso, é o “Rá-tim-bum”, que se refere a um rajá indiano chamado Timbum que visitou a faculdade e acabou caindo nas graças dos estudantes devido à sonoridade de seu nome.

O amontoado de bordões ecoava nas mesas dos botecos, e em especial no restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum”.
E Como Isso Se Transformou No Nosso “Parabéns”?

“Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos”, conta o ex-diretor da faculdade, Eduardo Marchi, que relembrou a curiosidade em seu discurso de posse, anos atrás".
(Foto e texto Tucuruvi Antiga).

HELENA DE TRÓIA

 



HELENA - O TRIUNFO TRÁGICO DE UM AMOR

Helena de Tróia é uma figura lendária da mitologia grega cuja história tem sido contada e recontada ao longo dos séculos. Ela é mais conhecida por sua associação com a Guerra de Troia, um dos eventos mais famosos da mitologia grega e um tema recorrente na literatura, na arte e na cultura popular.

De acordo com a mitologia grega, Helena nasceu de Zeus e Leda, esposa do rei de Esparta, Tíndaro. Seu nascimento é envolto em controvérsias e mistério, com algumas versões sugerindo que Zeus se transformou em um cisne para seduzir Leda. Helena era conhecida por sua extraordinária beleza, e sua história começa a se desdobrar quando ela é cortejada por muitos pretendentes.

O casamento de Helena com Menelau, rei de Esparta, é um dos eventos mais significativos de sua história. Menelau foi escolhido por Tíndaro como marido de Helena entre muitos pretendentes, e juntos eles reinaram em Esparta. No entanto, sua vida mudou drasticamente quando Paris, príncipe de Troia, a seduziu e a levou consigo de volta para Troia.

A fuga de Helena com Paris é frequentemente apontada como o catalisador para a Guerra de Troia, uma guerra que durou dez anos e foi travada entre os gregos (aqueus) e os troianos. A narrativa da guerra, sua causa e seus desdobramentos, são registradas principalmente na Ilíada, de Homero, uma das obras fundamentais da literatura ocidental.

A importância cultural de Helena de Tróia reside não apenas na sua influência sobre os eventos épicos da Guerra de Troia, mas também nas questões que sua história levanta. Sua figura é frequentemente usada como um símbolo da beleza e do desejo, mas também da traição e das consequências de ações impulsivas. Ela representa o conflito entre a lealdade familiar e o amor romântico, entre o dever e a paixão.

Além disso, Helena é frequentemente retratada como uma figura trágica, uma mulher cuja beleza e desejos a colocam em uma posição de grande poder, mas também de grande sofrimento. Sua história continua a inspirar obras literárias, teatrais, artísticas e cinematográficas, servindo como um lembrete atemporal das complexidades da condição humana e dos caprichos dos deuses na mitologia grega.

* trouxemos da Página "Estudos Históricos' (FB)