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A IMAGEM...



No domingo, 16 de julho de 1945, um grupo de meninas de apenas treze anos foi acampar nos Estados Unidos, nadando inocentemente em um rio perto de Ruidoso, no Novo México.
Na frente da foto, sorridente, estava Barbara Kent.

Elas não sabiam que, ali perto, o Projeto Manhattan havia acabado de detonar a primeira bomba nuclear da história — o Teste Trinity.

Anos depois, Barbara começou a ouvir notícias devastadoras: as meninas que dividiram com ela aquele verão estavam adoecendo, uma a uma.

Em 2021, já adulta, ela revelou:
“Quando cheguei aos 30 anos, eu era a única sobrevivente daquele acampamento.”

Barbara também enfrentou diversos cânceres ao longo da vida, incluindo câncer endometrial e múltiplos tipos de câncer de pele.


Fonte

AS ESCADAS DOS CASTELOS MEDIEVAIS

 



Já se perguntou por que muitas escadarias em castelos medievais eram estreitas e em espiral no sentido horário?

Essas construções não eram apenas escolhas arquitetônicas — eram estratégias de defesa inteligentes. Como os castelos medievais serviam principalmente como fortificações, até as escadas eram projetadas para dificultar ao máximo o avanço de inimigos.

A lógica por trás do sentido horário tem tudo a ver com o fato de que a maioria dos soldados era destra. Ao subir, eles precisavam contornar a parede interna antes de tentar atacar, ficando expostos e em desvantagem. Já os defensores, que desciam, tinham mais liberdade de movimento e podiam usar a parede interna como escudo natural, aproveitando a curva para atacar com mais eficácia.

Além disso:

• As escadas eram estreitas, impedindo que vários atacantes subissem ao mesmo tempo

• Eram mal iluminadas

• E propositalmente desniveladas, dificultando o equilíbrio e a movimentação dos invasores

Uma verdadeira aula de engenharia militar disfarçada em pedra e degraus.


Crédito ao autor