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MORTE CEREBRAL E COMO...


 

O coma representa uma condição grave em que a pessoa permanece inconsciente, mas ainda existe atividade elétrica e fluxo sanguíneo no cérebro, o que mantém algumas funções neurológicas básicas preservadas e possibilita chances de recuperação dependendo da causa. Já a morte cerebral corresponde à ausência total e irreversível de atividade elétrica e circulação encefálica, incluindo o tronco cerebral, sendo reconhecida pela medicina e pela lei como a morte do indivíduo, sem possibilidade de reversão.
Referência: Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.173/2017.


ANATOMIA HUMANA...


Assim se mostra a vigilância silenciosa que mantém você vivo.

O que você observa não é apenas uma figura anatômica.

É um mapa magistral de conexões que protegem, informam e defendem o corpo… sem que você perceba.

As linhas brancas que percorrem a imagem representam o sistema nervoso periférico.

Uma rede fascinante de nervos que leva e traz informações entre o cérebro e cada canto do corpo.

Graças a eles você pode mover um músculo, sentir um carinho ou reagir a um perigo em milésimos de segundo.

Os pontos amarelos são os gânglios linfáticos.

Pequenos sentinelas que filtram a linfa, detectam ameaças, ativam defesas e formam parte essencial do sistema imunológico.


As estruturas azuis são as veias.

As estruturas vermelhas, as artérias.

Ambas trabalham em conjunto para garantir que cada célula receba o que precisa e elimine o que já não serve.

Tudo isso acontece sob a pele, sem fazer barulho, sem pedir aplausos.

E, no entanto…

é graças a essa rede perfeita que você pode viver, sentir, se mover, se recuperar e continuar.

A anatomia não é apenas algo a ser estudado:

é algo a ser admirado, respeitado…

e agradecido.

Porque entender como somos feitos

é também compreender o quão extraordinário é

estar vivo.

Nota: este conteúdo tem fins educativos e informativos. Não substitui consulta médica presencial e não deve ser usado para autodiagnóstico.

Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um profissional

qualificado.


Fonte

A IMPORTÂNCIA DO IODO NO SAL DE COZINHA



Até poucas gerações atrás, o **bócio endêmico** — aquele inchaço no pescoço causado por aumento da tireoide — era uma cena comum em regiões montanhosas da Europa, Ásia e América. A causa? A **deficiência de iodo no solo e na alimentação**.
A virada começou em **1811**, quando o químico francês **Bernard Courtois** isolou o iodo pela primeira vez a partir de algas marinhas. Pouco depois, em **1813**, o médico suíço **Jean-François Coindet** testou sais de iodo em pacientes com bócio e viu resultados rápidos. A conexão definitiva veio décadas mais tarde, com **Gaspard Adolphe Chatin**, que demonstrou cientificamente a relação entre a doença e a falta desse mineral essencial.
O verdadeiro salto de saúde pública ocorreu em **1922**, quando a **Suíça** introduziu o **sal iodado** — medida proposta pelo cirurgião **Hans Eggenberger** para combater o bócio e o cretinismo nas regiões alpinas. O sucesso foi imediato e inspirou outros países. Em **1924**, os **Estados Unidos** seguiram o exemplo, começando por Michigan.
No **Brasil**, a iodação do sal também se tornou obrigatória e ajudou a eliminar o bócio endêmico que antes era frequente em várias regiões.
Hoje, esse gesto simples — adicionar iodo ao sal — é considerado uma das **mais eficazes políticas de prevenção em saúde pública da história**, responsável por salvar milhões de pessoas de deficiências, atrasos cognitivos e doenças da tireoide.

A IMAGEM...



No domingo, 16 de julho de 1945, um grupo de meninas de apenas treze anos foi acampar nos Estados Unidos, nadando inocentemente em um rio perto de Ruidoso, no Novo México.
Na frente da foto, sorridente, estava Barbara Kent.

Elas não sabiam que, ali perto, o Projeto Manhattan havia acabado de detonar a primeira bomba nuclear da história — o Teste Trinity.

Anos depois, Barbara começou a ouvir notícias devastadoras: as meninas que dividiram com ela aquele verão estavam adoecendo, uma a uma.

Em 2021, já adulta, ela revelou:
“Quando cheguei aos 30 anos, eu era a única sobrevivente daquele acampamento.”

Barbara também enfrentou diversos cânceres ao longo da vida, incluindo câncer endometrial e múltiplos tipos de câncer de pele.


Fonte

O BESOURO BOMBARDEIRO




 O crepitans Brachinus, conhecido como besouro bombardeiro, mede apenas 2 cm, mas domina uma defesa química única. Ao se sentir ameaçado, mistura hidroquinona e peróxido de hidrogênio no abdómen, ativando uma reação exotérmica que atinge 100 °C. Expulse rajadas de benzoquinonas corrosivas a 500 pulsos por segundo, capazes de queimar e repelir predadores. Este mecanismo, preciso e repetível, inspirou pesquisas para reativar turbinas a gás em aeronaves a temperaturas até –50 °C. Seu sistema de válvulas e câmeras internas está sendo estudado em engenharia química e biomimética avançada.


Fonte

O NOSSO SEGUNDO CORAÇÃO...



 Seu coração não trabalha sozinho. Em suas pernas tem outro… e ele se chama sóleo 🦵🫀

Esse músculo profundo, discreto e muitas vezes esquecido… também bate por você.


Sempre que você caminha, sobe escadas ou apenas permanece de pé, o sóleo entra em ação.

E ao fazer isso, cumpre uma missão vital: empurrar o sangue venoso das pernas de volta ao coração, vencendo a gravidade.

Por isso, é conhecido como “o segundo coração”.


📍 Onde ele fica?

Na parte de trás da perna, logo abaixo do gastrocnêmio (a batata da perna).

Não foi feito pra saltar… mas pra sustentar.


💡 Por que isso importa?

Porque, quando está ativo:

• Melhora a circulação

• Previne trombos e estase venosa

• Reduz inchaços nas pernas

• Protege contra complicações cardiovasculares

E o melhor: ele trabalha mesmo quando você está parado.


📌 Dica prática:

Se você passa horas sentado ou em pé:

✅ Caminhe por alguns minutos

✅ Eleve e abaixe os calcanhares

✅ Faça flexões nos tornozelos

✅ Movimente os pés em círculos


Pequenos gestos, grandes resultados.

Dê ritmo ao seu sóleo… e seu coração vai agradecer.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não substitui uma avaliação médica. Procure um profissional da saúde se houver sintomas circulatórios.



A SÍNDROME DE DOWN




Você sabia que a síndrome de Down carrega o nome de um homem que, em plena era vitoriana, ousou ver humanidade onde muitos só enxergavam rótulos?
John Langdon Down, médico britânico, foi o primeiro a classificar essa condição em 1866. Mas ele foi além da medicina — foi um visionário, um humanista num tempo em que pessoas com deficiência intelectual eram descartadas pela sociedade.
Langdon Down iniciou sua carreira como médico-chefe da instituição Earlswood, um local destinado ao cuidado de indivíduos com deficiências intelectuais. Ele chegou sem experiência na área, mas com algo raro e poderoso: empatia. Onde outros viam fardos, ele enxergava vidas com dignidade. Onde outros aplicavam castigos, ele buscava cuidado.
Naquela época, era comum encontrar pacientes maltratados, em condições desumanas, vivendo sob violência, negligência e abandono. Mas Langdon Down decidiu mudar essa realidade. Proibiu punições físicas, exigiu higiene rigorosa, contratou novos profissionais e introduziu atividades terapêuticas como jardinagem, pintura e artesanato — tudo para estimular o desenvolvimento e resgatar a autoestima dos pacientes.
Ele foi além do cuidado médico. Registrou mais de 200 fotografias dos seus pacientes com sensibilidade e respeito. Em vez de expô-los como “casos clínicos”, retratou-os em trajes elegantes, em poses dignas, como quem diz silenciosamente: “Eles merecem ser vistos com humanidade.”
Em 1868, Langdon Down deu um passo ainda mais ousado: comprou uma mansão para criar um novo modelo de cuidado. O lugar não era apenas uma instituição — era um lar. Chamava-se Normansfield, e ali, pessoas com síndrome de Down recebiam educação particular, aprendiam equitação, música, jardinagem, e se apresentavam num teatro construído especialmente para elas. Um espaço onde talento, criatividade e alegria floresciam.
Hoje, mais de 150 anos depois, a mansão ainda existe no Reino Unido como o Langdon Down Centre, que abriga o histórico Teatro Normansfield e mantém vivo o legado de um homem que foi muito além da medicina.
Langdon Down não apenas identificou uma condição genética. Ele lutou por respeito, empatia e inclusão, muito antes dessas palavras ganharem força no mundo.
Que a história desse homem nos lembre: a verdadeira ciência é aquela que reconhece o valor da vida — toda vida.


Fonte 

O QUE É ISSO ?


 





Planta que tem nomes como buchinha-do-norte, abobrinha do norte, purga ou cabacinha, seu nome científico Luffa operculata, a planta pode ser encontrada à venda em lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação e chá feito com a buchinha do norte é indicado como um excelente expectorante no tratamento de rinite, sinusite, bronquites e problemas respiratórios.

Outras indicações dessa planta são para alívio de dores de cabeça, herpes, feridas, ascite, clorose, hidropsia, hematomas, ameba, entre outras. Há também ação como anti-herpética, adstringente, antisséptica, vermífuga, e sua propriedade mais conhecida, expectorante.


Um dado importante é que é abortiva, logo, deve ser evitada por mulheres grávidas.


Pode ser usada na forma de chá para inalação, sendo que 1 fruto dá para 1 litro de água. O chá  é preparado com um 1 litro de água e 1 pedaço de uma buchinha descascada. Deixe por 5 dias e, em seguida, pingue 1 ou 2 gotas no nariz em caso de sinusite. Pode também para lavar feridas e herpes, duas vezes ao dia.


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