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O QUE VOCÊ NÃO SABE SOBRE OS ELEFANTES...SAIBA AGORA!




 Quando um elefante precisa ser transportado de avião de um país para outro — por exemplo, da Índia para os Estados Unidos — a sua jaula fica cheia de... Pintainhos.

Sim, você leu bem. Pintainhos pequenos.
Porquê? Porquê?
Porque, apesar do seu tamanho imponente, o elefante tem um medo enorme de se machucar.
Por isso, durante todo o voo, mantenha-se perfeitamente quieto, para não correr o risco de esmagar nenhum deles.
É assim que o avião mantém o equilíbrio.
E é também a primeira prova da sua nobre natureza.
Fascinados por este comportamento, alguns cientistas estudaram o cérebro do elefante.
Eles descobriram a presença de células fusiformes, neurônios extremamente raros, também presentes nos humanos.
São aquelas relacionadas à autoconsciência, empatia e percepção social.
Em outras palavras, o elefante não é apenas grande fisicamente: também é grande emocionalmente.
Sinta, compreenda e aja com sabedoria silenciosa.
Leonardo da Vinci, profundamente fascinado pela natureza, escreveu sobre ela:
“O elefante encarna a retidão, a razão e a temperança”.
E acrescentou:
Entra no rio e toma banho com uma certa solenidade, como se quisesse purificar-se de todo o mal.
Se encontrar um homem perdido, guie-o suavemente para o caminho certo.
Nunca caminhe sozinho: sempre em grupo, sempre guiado por um líder.
Ele é modesto.
Acasala apenas à noite, longe da manada, e antes de voltar para os seus companheiros, lava-se.
E se no caminho encontrar uma manada, mova-a delicadamente com sua tromba, para não magoar ninguém.
Mas o mais comovente é isto:
Quando o elefante sente o seu fim se aproximando, afasta-se da manada e vai morrer sozinho, em um lugar isolado.
Por que está fazendo isso?
Para poupar aos mais novos a dor de vê-lo morrer.
Por modéstia. Por compaixão. Por dignidade.
Três virtudes raras.
Mesmo entre os homens.


GRATIDÃO ACIMA DE TUDO

 




 

POR TODA ETERNIDADE

O Hotel Majestic colocou Mário Quintana no olho da rua.
A miséria havia chegado absoluta ao universo do poeta.
Mário não se casou e não tinha filhos.
Estava só, falido, desesperançoso e sem ter para onde ir.
O porteiro do hotel, jogou na calçada um agasalho de Mário, que tinha ficado no quarto, e disse com frieza: - Toma, velho!
Derrotado, recitou ao porteiro: - A poesia não se entrega a quem a define.
Mário estava só.
Absolutamente só.
Onde estavam os passarinhos?
A sarjeta aguardava o ancião. Alguém como Mário Quintana jogado à própria sorte!
Paulo Roberto Falcão, que jogava em Roma, à época, estava de férias em sua cidade natal e soube do acontecido.
Imediatamente se dirigiu ao hotel e observou aquela cena absurda. Triste, Mário chorava.
O craque estacionou seu carro, caminhou até o poeta e indagou: - Sr. Quintana, o que está acontecendo?
Mário ergueu os olhos e enxugou as lágrimas - daquelas que insistem em povoar os olhos dos poetas - e, reconhecendo o craque, lhe disse: - Quisera não fossem lágrimas, quisera eu não fosse um poeta, quisera ouvisse os conselhos de minha mãe e fosse engenheiro, médico, professor. Ninguém vive de comer poesia.
Mário explicou a Falcão que todo seu dinheiro acabara, que tudo o que possuía não era suficiente para pagar sequer uma diária do hotel.
Seus bens se resumiam apenas às malas depositadas na calçada.
De súbito, Falcão colocou a bagagem em seu carro, no mais completo silêncio.
E, em silencio, abriu a porta para Mario e o convidou a sentar-se no banco do carona.
Manobrou e estacionou na garagem de um outro hotel, o pomposo Royal.
Desceu as malas.
Chamou o gerente e lhe disse: - O Sr. Quintana agora é meu hóspede!
Por quanto tempo, Sr. Falcão? - indagou o funcionário.
O jogador observou o olhar tímido e surpreso do poeta e, enquanto o abraçava, comovido, respondeu: - POR TODA ETERNIDADE.
O Hotel Royal pertencia ao jogador!
O poeta faleceu em 1994.




FOTO PREMIADÍSSIMA E COM RAZÃO

 

 



Esta foto foi premiada pela National Geographic. As imagens negras são sombras. Se você der um Zoom, você vai ver zebras vistas de cima pra baixo.