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CRISTO REDENTOR: CURIOSIDADES




 1928: A cabeça do Cristo Redentor, no atelier do artista francês, Paul Landowski, que também esculpiu as duas mãos da estátua, que foram enviadas ao Brasil por navio.

O restante do monumento foi erguido no próprio local, em concreto, sobre uma estrutura de aço.

COMO SURGIU A CANÇÃO CARINHOSO



 

A letra de "Carinhoso", autoria de Braguinha (Carlos Alberto Ferreira Braga), é uma das maiores obras-primas de nossa música popular. O recurso utilizado por ele em um trecho complexo da belíssima linha melódica de Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho) "Vem, vem, vem, vem" (pois o tempo melódico não comportava mais do que monossílabos), é coisa de gênio. Dois mestres de nossa música popular respeitados e consagrados em todo o mundo. Quando Louis Armstrong, um dos maiores nomes do jazz dos Estados Unidos, esteve no Brasil, seu maior desejo foi conhecer Pixinguinha.


* Nota:


Pixinguinha fez a melodia de "Carinhoso", em 1917, mas acabou esquecendo-a, embora tenha gravado-a, no ano de 1926, em ritmo de polca por uma banda com um ritmo mais acelerado. Em 1936, a cantora Heloísa Helena pediu a Braguinha para por letra na melodia, pois queria cantá-la num recital do Palácio do Catete. Como o espetáculo seria alguns dias depois e ela precisava ensaiar a música, Braguinha fez a letra nessa mesma noite. A canção fez sucesso no recital e o então iniciante Orlando Silva gravou-a em um ritmo mais lento e com uma interpretação mais romântica, em um compasso de samba-canção. Foi um sucesso estrondoso da noite pro dia. Dessa época em diante, "Carinhoso" já teve mais de 300 regravações no Brasil e exterior. Sendo considerada nosso segundo Hino Nacional.

PS - Uma vez, vi Braguinha saltar de um táxi bem na minha frente, na Av. Rio Branco. Trajava um impecável terno de linho branco e usava uma bengala de marfim. Não perdi tempo, dirigi-me a ele e disse-lhe que era um prazer indescritível poder dar-lhe um abraço e apertar-lhe a mão. Eu era bem jovem, aí pelos meus 20 anos, ele ficou meio surpreso e falou: "O prazer é meu. Não sabia que eu ainda era lembrado pela juventude". Claro que sabia, conversamos um pouco e começou a juntar gente, ele sempre muito amável com todos. Depois de um tempo e de outros apertos de mão, entrou num edifício. Aquele dia nunca mais esqueci.


Fonte

A ORIGEM DA CAPOEIRA


A Origem na Capoeira, a arte marcial brasileira.

"Estudiosos e praticantes indagam constantemente a respeito das origens da capoeira, mas poucos conseguiram investigar sua formação para além das especulações disseminadas pelo senso comum.

A capoeira foi uma invenção do negro na África, onde existia como forma de dança ritualística. Escravos bantos levados de Angola para o Brasil trouxeram com eles um tipo caraterístico de luta corporal. A primeira documentação detalhada do final do século XVIII revela que essas práticas estavam associadas a homens escravizados. No século XVII, era costume dos povos pastores do sul da atual Angola, na África, comemorar a iniciação dos jovens à vida adulta com uma cerimônia chamada n'golo (que significa "zebra" em quimbundo).

Durante a cerimônia, os homens competiam numa luta animada pelo toque de atabaques em que ganhava quem conseguisse encostar o pé na cabeça do adversário. O vencedor tinha o direito de escolher, sem ter de pagar o dote, uma noiva entre as jovens que estavam sendo iniciadas à vida adulta. Com a chegada dos portugueses e a escravização dos povos africanos, esta luta terá sido introduzida no Brasil.

O N'golo ocorria durante a “Efundula” (festa da puberdade), onde os adolescentes formavam uma roda; com uma dupla ao cetro desferindo coices e cabeçadas um no outro, até que um era derrubado no solo, essa luta é oriunda das observações dos negros, dos machos das zebras nas disputas das fêmeas, no período do cio, onde os machos lutam com mordidas, cabeçadas e coices.

A teoria mais aceita é a de que a palavra deriva do tupi-guarani "kapu'era", que significa "mato que já foi", "mata rasa" ou "mata roçada", referindo-se às áreas de vegetação rala ou cortada onde os escravos fugidos e os indígenas se escondiam e praticavam a capoeira. O termo acabou ganhando igualmente uso pejorativo, documentado já em 1824, significando vadio, malandro ou malfeitor, caraterísticas que se atribuíam aos indivíduos destros nesse tipo de luta.

Temos agora uma idéia de como nasceu a capoeira: mistura de diversas lutas, danças, rituais e instrumentos musicais vindos de várias partes da África. Mistura realizada em solo brasileiro.

Formas muito semelhantes à capoeira, tanto em gestos quanto em ritmos, são conhecidas e praticadas na maioria dos países afetados pela colonização e pelo tráfico de escravos . Moring em Mayotte , Madagascar e Reunião , ladja (ou danmye, ag'ya) na Martinica e Guadalupe , maní em Cuba , pingue no Haiti , susa no Suriname , etc

Já existiam registros da prática da capoeira nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e Recife desde o século XVIII, mas o grande aumento do número de escravos urbanos e da própria vida social nas cidades brasileiras deu à capoeira maior facilidade de difusão e maior notoriedade. No Rio de Janeiro, as aventuras dos capoeiristas eram de tal jeito que o governo, através da portarias como a de 31 de outubro de 1821, estabeleceu castigos corporais severos e outras medidas de repressão à prática de capoeira.

A capoeira também se assemelha muito, inclusive em seus rituais (a roda em torno dos lutadores, a orquestra, os instrumentos musicais tocados, etc.), à dança do leopardo praticada na África Ocidental pela sociedade secreta Poro e mais precisamente entre os Senoufos (atuais Costa do Marfim, Burkina, Mali, etc.) onde é chamada de Boloye .

Outra fonte afirma que o termo capoeira só mais tarde passou a descrever uma forma de luta popularmente chamada Brincadeira de Angola (jogo ou diversão de Angola), mantida em segredo durante a escravidão e que treinava escravos livres na arte do combate.

Outros acreditam que ela é completamente brasileira, pois nasceu em território brasileiro, embora seus criadores fossem escravos vindos da África.

Cartas do Jesuíta Antonio Gonçalves para os superiores de Lisboa, em 1735, descreve um luta que os índios praticavam antes de qualquer conflito, em forma de roda dois a dois usando os braços, pernas, cotoveladas, joelhadas, e usando todo corpo como armas (convento de Santo Inácio de Loyola, anais das missões no Brasil. Tomo III pág. 128).

O escritor Holandês Gaspar Barleus descreve no livro “Rerum Per Octenium in Brasília-1647, a luta dos índios tupis praticada no litoral brasileiro” chamado de Maraná, luta de guerra.

Com base no nome capoeira ser de origem tupi-guarani, (mato ralo que foi cortado) e que toda cultura África tem os seus nomes em idiomas africanos, como também as danças indígenas brasileiras são de forma de passadas idêntica a ginga da capoeira com “pé para frente e pé para traz”. “As lutas africanas são movimentadas lateralmente ou em formas de pulos altos, e só viram de frente na hora de dar cabeçadas contra o peito do outro que desejam derrubar, acontece-lhes chocarem-se fortemente cabeça contra cabeça, o que faz com que a brincadeira não raro degenere em briga e que as facas entrem em jogo ensanguentando-a.

Guilherme de Almeida, no livro música do Brasil, sustenta serem indígenas as raízes da capoeira; o Navegador Português Martins Afonso de Souza, observou tribos jogando capoeira.

Observando várias dúvidas dos folcloristas, pesquisadores e historiadores, provavelmente a Capoeira é a Fusão do N”Golo, trazida da África e o Maraná, existente no Brasil antes do Descobrimento."

Imagem: "Negros lutando, Brasil" (Negroes Fighting, Brazil) do artista Augustus Earle, datada de 1822, é uma das primeiras e mais importantes representações visuais da capoeira

Fonte: HISTÓRIA DA CAPOEIRA. Adriana Raquel Ritter Fontoura

PELOS BASTIDORES DO CINEMA



 É assim que foi filmada a famosa abertura de filmes do MGM.

Todo mundo lembra de assistir a um filme e ele começar com um grande leão abrindo a boca e rugindo imponente. Pois é, esta imagem de 1928 mostra a perigosa filmagem desses créditos iniciais do estúdio MGM.

O que nem todo mundo sabe é que no mínimo sete leões já foram usados desde os primórdios do estúdio, sendo essa gravação de 1928 a considerada mais perigosa. O leão estava solto no set, apenas com um adestrador. No final, ninguém saiu ferido.



Via Site Fatos Desconhecidos


O SIGNIFICADO DA MACUMBA

 


A "macumba", na verdade eram ajudas deixadas a noite para os escravos fugitivos, por outros já libertos. Deixavam farofa de galinha, pois era fácil de fazer, pinga pra aliviar o frio, as dores e limpar ferimentos, as vezes um pouco de dinheiro, e vela acesa pra sinalizar o local. É fato que muitas vezes o capitão do mato encontrava o "trabalho" antes dos fujões, quando perguntavam o que era aquilo, os escravos diziam que era oferenda para o tinhoso, assim os perseguidores não mexiam por medo. 


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O QUE É CULTURA ...

 


Cultura: o que é, características, elementos e tipos

Daniela Diana
Daniela Diana 
Professora licenciada em Letras

Cultura é um conceito amplo que representa o conjunto de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social. Ela é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes.

Dessa forma, a cultura representa o patrimônio social de um grupo sendo a soma de padrões dos comportamentos humanos e que envolve: conhecimentos, experiências, atitudes, valores, crenças, religião, língua, hierarquia, relações espaciais, noção de tempo, conceitos de universo.

A cultura também pode ser definida como o comportamento por meio da aprendizagem social. Essa dinâmica faz dela uma poderosa ferramenta para a sobrevivência humana e tornou-se o foco central da antropologia desde os estudos do britânico Edward Tylor (1832-1917). Segundo ele:

"A cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade".

Características da Cultura

  • Determinada pelo conjunto de saberes, comportamentos e modos de fazer;
  • possui um caráter simbólico;
  • é adquirida por meio das relações sociais de um grupo;
  • é transmitida para gerações posteriores;
  • não é estática, sendo influenciada por novos hábitos.

Cultura na Sociologia

A cultura na sociologia representa o conjunto de saberes e tradições de um povo. Estes são produzidos pela interação social entre os indivíduos de uma comunidade ou sociedade.

A partir das necessidades humanas vão sendo moldados e criados padrões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.

Vale lembrar que nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra. O que existe são diferenças culturais entre os diversos grupos.

drões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.

Vale lembrar que nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra. O que existe são diferenças culturais entre os diversos grupos.Ao fazer juízo de valor sobre algum aspecto externo à sua cultura, podemos estar sendo etnocêntricos.

etnocentrismo ocorre quando consideramos nossos hábitos ou condutas superiores aos de outrem. Isso pode gerar preconceitos não fundamentados.

Leia tambémRelativismo Cultural

7 Tipos de Cultura

1. Cultura de Massa

A cultura de massa é o conjunto de ideias e valores que se desenvolve tendo como ponto de partida a mesma mídia, notícia, música ou arte. Ela é transmitida sem considerar as especificidades locais ou regionais.

A cultura de massa é usada para promover o consumismo entre os indivíduos, sendo um comportamento típico do capitalismo, que foi expandido de maneira drástica a partir dos séculos XIX e XX.

Veja tambémCultura de massa

2. Cultura Erudita

Diferente da cultura de massa, a cultura erudita é resultado do conhecimento adquirido por meio da pesquisa e do estudo nos mais diferentes campos.

Não é ofertado massivamente, está disponível a poucos e representa uma forma de diferenciação social permitida pelo acesso ao conhecimento. Como exemplos, temos as exposições artísticas, apresentações teatrais e os concertos.

Veja tambémCultura erudita

3. Cultura Popular

A cultura popular está intimamente relacionada com as tradições e aos saberes, os quais são determinados pelo povo.

Em oposição à cultura erudita, ela ocorre de forma espontânea e orgânica. Portanto, não está associada aos equipamentos culturais, como os museus, cinemas, bibliotecas, etc.

Exemplos: as festas, o folclore, o artesanato, as músicas e a dança.

Veja tambémCultura popular

4. Cultura Material

A cultura material representa o conjunto de patrimônio cultural e histórico formado por elementos concretos que ao longo de tempo foram construídos pelo ser humano.

Como exemplos de cultura material temos os elementos arquitetônicos (igrejas, museus, bibliotecas) e os objetos de uso pessoal e coletivo (obras de arte, utensílios, vestimenta).

Veja tambémPatrimônio Histórico

5. Cultura Imaterial

Diferente da cultura material, a cultura imaterial é formada pelos elementos intangíveis, que não podemos tocar.

Ela representa o conjunto de saberes, tradições, técnicas, hábitos, comportamentos, costumes e modos de fazer de um determinado grupo.

Considerada um patrimônio cultural transmitido entre gerações, temos como exemplos as lendas folclóricas, as feiras populares, os rituais, as danças, a culinária, etc.

Veja tambémCultura material e imaterial

6. Cultura Organizacional

A cultura organizacional, também chamada de "cultura corporativa", reúne um conjunto de elementos associados aos valores, missões e comportamentos de determinada organização.

Dentro do contexto da globalização e dos estudos mercadológicos, esse tipo de cultura foi criando padrões de funcionamento e operações, por exemplo, dentro de empresas ou outras organizações.

Veja tambémCultura organizacional

7. Cultura Corporal

A cultura corporal analisa o comportamento dos seres humanos em seus mais diferentes grupos. Ela reúne as práticas relacionadas ao movimento: danças, jogos, atividades, comportamento sexual e festividades.

Elementos da Cultura

Associada aos valores materiais e espirituais, os elementos culturais são:

1. Elementos da Cultura Material

Associada aos elementos tangíveis, concretos e palpáveis, construídos pelos seres humanos.

Como exemplos de cultura material podemos citar as construções e os objetos: museus, igrejas, obras de arte, vestuário, utensílios, etc.

2. Elementos da Cultura Imaterial

Relacionado com os elementos intangíveis e espirituais de um grupo, a cultura imaterial representa os saberes, os modos de fazer e os valores partilhados entre os membros de uma sociedade.

Como exemplos, podemos citar os rituais, as lendas, as festas, a linguagem, a culinária, etc.

Cultura Brasileira

cultura brasileira resulta da mistura de raças e etnias que constituem o país desde o descobrimento.

A diversidade cultural brasileira foi influenciada por quatro grandes grupos:

  • colonos portugueses;
  • os indígenas, que já viviam nesse território antes da chegada de Pedro Álvares Cabral;
  • os negros africanos escravizados;
  • os europeus, que chegaram principalmente ao fim do período de exploração da mão de obra não remunerada.

Diferente da maioria dos países que passaram pelo processo de colonização, o Brasil é marcado pela miscigenação, condição que influencia diretamente na cultura.

Há comportamentos que resultam da mistura de múltiplos grupos. Podemos ver essa realidade em festas, regras de etiqueta e crenças.

A língua portuguesa, que é um importante elemento da unidade nacional, também está entre os pontos de destaque da cultura brasileira.

Em consequência das dimensões geográficas, os diferentes grupos que se estabeleceram no país influenciaram a língua de maneira particular. Assim, há entonações e expressões que apontam as mais variadas regiões.

Embora seja a mesma, a língua é pronunciada de maneira diferente no Sul, no Sudeste, no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. Todas diferem do português falado em Portugal.

Saiba mais sobre cultura:

 

O ARRAIAL DO PAVULAGEM

 


Conheça a História e a Trajetória desse ícone da Cultura Popular da Amazônia

Arraial do Pavulagem (inicialmente chamado Pavulagem do Teu Coração) é um grupo de música regional brasileiro criado em 1987, e um instituto cultural não-governamental fundado em 2003, na cidade brasileira de Belém (estado do Pará) com os músicos Ronaldo Silva, Júnior Soares e, Rui Baldez. O grupo realiza anualmente no mês de junho (período junino) o evento cultural "Arrastão do Pavulagem".















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DANÇAS: CARIMBÓ E O LUNDU

 

 



DANÇA DO CARIMBÓ

A mais extraordinária manifestação de criatividade artística do povo paraense foi criada pelos índios Tupinambá que, segundo os historiadores, eram dotados de um senso artístico invulgar, chegando a ser considerados, nas tribos, como verdadeiros semi-deuses.
Inicialmente, segundo tudo indica, a “Dança do Carimbó” era representada num andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças indígenas. Quando os escravos africanos tomaram contato com essa manifestação artística dos Tupinambás começaram a aperfeiçoar a dança, iniciando pelo andamento que, de monótono, passou a vibrar como uma espécie de variante do batuque africano. Por isso, contagiava até mesmo os colonizadores portugueses que, pelo interesse de conseguir mão-de-obra para os mais diversos trabalhos, não somente estimulavam essas manifestações, como também, excepcionalmente, faziam questão de participar, acrescentando traços da expressão corporal características das danças portuguesas. Não é a toa que a “Dança do Carimbó” apresenta, em certas passagens, algumas movimentos das danças folclóricas lusitanas, como os dedos castanholando na marcação certa do ritmo agitado e absorvente.






LUNDU MARAJOARA

O “Lundu” é uma dança de origem africana trazida para o Brasil pelos escravos. A sensualidade dos movimentos já levou a Côrte e o Vaticano a proibirem a dança no século passado. No Brasil o “Lundu” assim como o “Maxixe” ( a dança excomungada pelo Papa), foi proibido em todo Brasil por causa das deturpações sofridas em nosso país. Mas, mesmo as escondidas o “Lundu” foi ressurgindo, mais comportado principalmente em três Estados brasileiros: São Paulo, Minas Gerais, e na Ilha de Marajó, no Pará.

Coreografia: A dança simboliza um convite que os homens fazem as mulheres “para um encontra de amor sexual”. O Lundu considerado ao lado do Maxixe, considerado uma dança altamente sensual, que desenvolve com movimento ondulares de grande volúpia. No início as mulheres se negavam a acompanhar os homens mas, depois de grande insistência, eles terminam conquistando as mulheres, com as quais saem do salão dando a idéia do encontro final.