As galinhas d'angola, também conhecidas como capotes, são indispensáveis em chácaras, sítios e fazendas. Sempre que algo estranho invade seu território, elas formam um círculo em volta do intruso e fazem uma algazarra imensa, alertando os moradores. Quando isso acontece, é só ir verificar para perceber como elas são importantes na proteção contra perigos. Situações como esta nos lembram o quanto temos a agradecer à natureza.
HELENA DE TRÓIA
HELENA - O TRIUNFO TRÁGICO DE UM AMOR
Helena de Tróia é uma figura lendária da mitologia grega
cuja história tem sido contada e recontada ao longo dos séculos. Ela é mais
conhecida por sua associação com a Guerra de Troia, um dos eventos mais famosos
da mitologia grega e um tema recorrente na literatura, na arte e na cultura
popular.
De acordo com a mitologia grega, Helena nasceu de Zeus e
Leda, esposa do rei de Esparta, Tíndaro. Seu nascimento é envolto em
controvérsias e mistério, com algumas versões sugerindo que Zeus se transformou
em um cisne para seduzir Leda. Helena era conhecida por sua extraordinária
beleza, e sua história começa a se desdobrar quando ela é cortejada por muitos
pretendentes.
O casamento de Helena com Menelau, rei de Esparta, é um dos
eventos mais significativos de sua história. Menelau foi escolhido por Tíndaro
como marido de Helena entre muitos pretendentes, e juntos eles reinaram em
Esparta. No entanto, sua vida mudou drasticamente quando Paris, príncipe de
Troia, a seduziu e a levou consigo de volta para Troia.
A fuga de Helena com Paris é frequentemente apontada como o
catalisador para a Guerra de Troia, uma guerra que durou dez anos e foi travada
entre os gregos (aqueus) e os troianos. A narrativa da guerra, sua causa e seus
desdobramentos, são registradas principalmente na Ilíada, de Homero, uma das
obras fundamentais da literatura ocidental.
A importância cultural de Helena de Tróia reside não apenas
na sua influência sobre os eventos épicos da Guerra de Troia, mas também nas
questões que sua história levanta. Sua figura é frequentemente usada como um
símbolo da beleza e do desejo, mas também da traição e das consequências de
ações impulsivas. Ela representa o conflito entre a lealdade familiar e o amor
romântico, entre o dever e a paixão.
Além disso, Helena é frequentemente retratada como uma
figura trágica, uma mulher cuja beleza e desejos a colocam em uma posição de
grande poder, mas também de grande sofrimento. Sua história continua a inspirar
obras literárias, teatrais, artísticas e cinematográficas, servindo como um
lembrete atemporal das complexidades da condição humana e dos caprichos dos
deuses na mitologia grega.
* trouxemos da Página "Estudos Históricos' (FB)
AS ESCADAS DOS CASTELOS MEDIEVAIS
Já se perguntou por que muitas escadarias em castelos medievais eram estreitas e em espiral no sentido horário?
Essas construções não eram apenas escolhas arquitetônicas — eram estratégias de defesa inteligentes. Como os castelos medievais serviam principalmente como fortificações, até as escadas eram projetadas para dificultar ao máximo o avanço de inimigos.
A lógica por trás do sentido horário tem tudo a ver com o fato de que a maioria dos soldados era destra. Ao subir, eles precisavam contornar a parede interna antes de tentar atacar, ficando expostos e em desvantagem. Já os defensores, que desciam, tinham mais liberdade de movimento e podiam usar a parede interna como escudo natural, aproveitando a curva para atacar com mais eficácia.
Além disso:
• As escadas eram estreitas, impedindo que vários atacantes subissem ao mesmo tempo
• Eram mal iluminadas
• E propositalmente desniveladas, dificultando o equilíbrio e a movimentação dos invasores
Uma verdadeira aula de engenharia militar disfarçada em pedra e degraus.


