google.com, pub-9500672422090741, DIRECT, f08c47fec0942fa0 CURIOSIDADES & CIA: Estudo
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COMO SURGIU O VIAGRA...


 

A história do medicamento mais conhecido do planeta começou em 1985, quando a farmacêutica americana Pfizer iniciou pesquisa pra desenvolver um remédio contra angina, dor no peito causada pela obstrução das artérias do coração.
Em 1989, cientistas da Pfizer no laboratório de Sandwich, no Reino Unido, isolaram um composto chamado sildenafil. Era apenas um entre cerca de 1.600 sintetizados no programa.
Em 1990, sildenafil entrou em testes clínicos. Falhou. Não tratava nem a angina, nem a pressão alta como esperado.
Em 1993, depois de oito anos de pesquisa e milhões investidos, a Pfizer estava prestes a abandonar o projeto.
Como última tentativa, decidiram fazer um teste clínico final na cidade de Merthyr Tydfil, no sul do País de Gales. A cidade tinha sido devastada economicamente pelo fechamento das minas de carvão. Muitos voluntários se inscreveram apenas pelo pagamento da participação.
Foi durante esse último teste que tudo mudou.
Um dos voluntários, ex-mineiro, levantou a mão durante uma avaliação rotineira de efeitos colaterais. Reportou que estava tendo ereções espontâneas e prolongadas, principalmente à noite.
Os pesquisadores investigaram. Logo perceberam que o sildenafil aumentava o fluxo sanguíneo não só nas artérias do coração, mas também em outros órgãos.
Em 27 de março de 1998, a agência reguladora americana FDA aprovou oficialmente o medicamento sob o nome Viagra, uma junção das palavras vigor e Niagara.
Antes do Viagra, não existia tratamento oral pra essa condição. As opções eram injeções dolorosas ou próteses cirúrgicas.
O químico medicinal David Brown, que liderou parte da pesquisa, resumiu a história. "Eu não acho que existiria esse remédio se aquele mineiro não tivesse levantado a mão."
Hoje, o sildenafil é também usado contra hipertensão pulmonar e mal das alturas.
Salva pra mostrar pra alguém.

A AURICULOTERAPIA

Sua orelha esconde um mapa completo do seu corpo — e poucos sabem disso!
Conheça a Reflexologia Auricular — uma técnica milenar que estimula pontos específicos na orelha para equilibrar e beneficiar órgãos e sistemas do corpo inteiro!
Como funciona?
Cada região da orelha está diretamente conectada a uma parte do organismo. Ao aplicar pressão nesses pontos, você envia estímulos que ajudam a reequilibrar o corpo de dentro para fora.

As principais zonas e suas conexões

Lóbulo → Cérebro
Borda interna → Coluna vertebral
Região média → Pulmões
Área central → Rins
Parte interna → Estômago
Região superior → Fígado
Parte alta→ Pés

O que essa prática pode proporcionar:
Relaxamento profundo do sistema nervoso
Reequilíbrio natural do organismo
Redução do estresse e da ansiedade
Estímulo às funções internas do corpo
Como praticar em casa:
Use pressão suave com os dedos ou sementes auriculares
Mantenha o estímulo por 1 a 2 minutos em cada ponto
Repita algumas vezes ao longo do dia para melhores resultados
Dica de ouro: Massageie delicadamente toda a extensão da orelha para ativar múltiplos pontos de uma só vez!
Sua orelha é muito mais poderosa do que você imagina. Experimente e sinta a diferença!

IDENTIFIQUE PICADAS DE INSETOS...



Saiba reconhecer os sinais mais comuns na pele:

ARANHA
Vermelhidão com ponto central e leve inchaço.
MOSQUITO
Bolinha elevada com coceira.
VESPA
Inchaço grande e doloroso.
PULGA
Vários pontinhos com muita coceira.
ABELHA
Área inchada e dolorida.
FORMIGA
Vermelho com pontinho branco.
CARRAPATO
Mancha circular avermelhada.
ESCORPIÃO
Inchaço doloroso com ponto central.
PERCEVEJO
Bolinhas próximas umas das outras.


 

MORTE CEREBRAL E COMO...


 

O coma representa uma condição grave em que a pessoa permanece inconsciente, mas ainda existe atividade elétrica e fluxo sanguíneo no cérebro, o que mantém algumas funções neurológicas básicas preservadas e possibilita chances de recuperação dependendo da causa. Já a morte cerebral corresponde à ausência total e irreversível de atividade elétrica e circulação encefálica, incluindo o tronco cerebral, sendo reconhecida pela medicina e pela lei como a morte do indivíduo, sem possibilidade de reversão.
Referência: Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.173/2017.


A DANÇA DA MENINA ROMA


 

1943 | Sobibor — A Dança da Menina Roma
Em 1943, no campo de extermínio de Sobibor, uma menina roma — não devia ter mais de quinze anos — foi colocada na fila que levava às câmaras de gás.
Seu vestido estava rasgado, os pés descalços e feridos, mas antes de seguir adiante, ela se virou para os outros e sussurrou:
> “Olhem.”
E então, começou a dançar.
Seus movimentos eram suaves, quase etéreos — um gesto impossível de beleza no meio do horror.
Braços abertos como asas, passos leves como vento sobre cinzas.
Não dançava para fugir, mas para afirmar o que ainda era seu: dignidade, identidade, vida.
Alguns prisioneiros choraram.
Outros, por um instante, tentaram acompanhá-la — um passo, um sopro, um último lampejo de liberdade.
Naquele breve momento, não eram vítimas.
Não eram números.
Eram humanos.
Um sobrevivente lembraria depois:
> “Ela dançou como se desafiasse a morte. E era exatamente isso.”
Seus rastros se apagaram na terra, mas o espírito da menina de Sobibor não desapareceu.
Permanece na memória e no testemunho, lembrando-nos que, mesmo diante do aniquilamento, a vida ainda pode escolher se erguer e dançar.