Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens

A ORIGEM DO NOME DA CIDADE DE OURO PRETO

 



 No século XVIII, quando os bandeirantes chegaram à região que hoje conhecemos como Ouro Preto, acreditavam ter encontrado ouro escuro e de baixa qualidade devido à camada preta que cobria o metal.

 Chamaram o local de "Ouro Preto" como forma de desprezo, achando que era ouro de segunda categoria. Só depois descobriram que não era ouro preto - era ouro PURO coberto por uma camada de óxido de ferro.

 O que parecia ser defeito era na verdade sinal de altíssima pureza. A cidade manteve o nome equivocado e se tornou uma das mais ricas do Brasil colonial, produzindo toneladas do metal mais puro já extraído nas Américas.


Fonte

DITADOS POPULARES FAMOSOS...


 

Ditados populares são frases ou expressões consideradas sábias, porque são passadas de geração para geração e transmitem experiências e conhecimentos que podem ajudar pessoas mais novas a entenderem determinados comportamentos e acontecimentos.

A origem das expressões pode ser conhecida ou não, bem como pode ser incerta. As frases são faladas pela população em geral, independentemente da idade e da classe social.

Os ditados populares são mantidos ao longo dos anos e são elementos importantes da cultura nacional ou local. Fazem parte ainda da diversidade cultural do Brasil. Às vezes, os ditados ultrapassam as fronteiras da língua portuguesa e podem ser traduzidos, literalmente ou não, para outros idiomas, causando a mesma sensação de sabedoria.

Há ditados de folclore, ditados nordestinos, ditados religiosos, ditados de amor, ditados engraçados etc. Muitas vezes, essas expressões são cobradas em provas de escola, vestibulares e Enem, especialmente em questões de interpretação de texto.

Confira:

1) A pressa é a inimiga da perfeição – mostra que é necessário ter paciência e fazer as coisas devagar para alcançar os objetivos.

 

2) A corda sempre arrebenta do lado mais fraco – indica que pessoas com classe social considerada mais baixa em relação à outra são prejudicadas primeiro.

 

3) Água mole em pedra dura tanto bate até que fura – sinaliza que é necessário persistência para conseguir o que se deseja.

 

4) Águas passadas não movem moinho – remete à ideia de que o que passou, passou, e que não é possível mudar o passado.

 

5) Amigos, amigos, negócios à parte – revela que as amizades podem ser abaladas quando há dinheiro envolvido. Por isso, não seria bom misturá-los.

 

6) Cada macaco no seu galho – apresenta o conceito de que cada um deve cuidar da sua vida e não se intrometer na do outro.

 

7) Cão que ladra não morde – mostra que algumas pessoas ameaçam com palavras, mas, na verdade, não fazem nada, por isso não é necessário temê-las.

 

8) Casa da mãe Joana – refere-se a um lugar onde as pessoas têm liberdade para entrar e fazer o que quiserem, em qualquer hora.

 

9) De médico e louco, todo mundo tem um pouco – sinaliza que as pessoas, no geral, têm um lado mais sensato e um lado mais impulsivo.

 

10) Deus ajuda a quem cedo madruga – pessoas determinadas, que acordam cedo para trabalhar ou estudar, conseguem seus objetivos.

 

11) De grão em grão, a galinha enche o papo – usamos esse ditado quando queremos dizer que determinado objetivo será alcançado aos poucos, etapa por etapa.

 

12) Devagar se vai longe – apresenta que pessoas que fazem atividades com calma, cada uma a seu tempo, conseguem ter mais sucesso do que as que realizam seus afazeres apressados.

 

13) Diga com quem anda que lhe direi quem és – afirma que o caráter de uma pessoa pode ser definido pelo caráter das suas amizades.

 

14) Esmola demais até santo desconfia – remete à ideia de que, quando uma pessoa elogia outra em excesso ou lhe oferece presentes, é porque pode estar querendo algo por trás.

 

15) Filho de peixe, peixinho é – mostra que, no geral, os filhos têm atitudes parecidas às que têm os seus pais.

 

16) Há males que vêm para bem – significa que um acontecimento aparentemente ruim pode representar algo bom no futuro.

 

17) Mais vale um pássaro na mão do que dois voando – indica que é mais importante ter algo menos valioso, mas concreto, do que algo valioso, mas que é difícil de ser obtido.

 

18) Mente vazia, oficina do diabo – apresenta que, quando alguém não tem atividades, o tempo ocioso toma conta da sua mente, motivando a ter pensamentos negativos.

 

19) Não deixe para amanhã aquilo que você pode fazer hoje – nesse caso, a ideia é que a pessoa faça agora mesmo as suas atividades, pois depois elas se acumularão.

 

20) Não ponha a carroça na frente dos bois – orienta as pessoas a seguirem o curso natural das coisas e não mudá-las.

 

21) Nem tudo que reluz é ouro – mostra que nem sempre as aparências contam, é preciso conhecer melhor uma pessoa por dentro para saber qual é o seu caráter.

 

22) Onde há fumaça, há fogo – indica que, quando a pessoa desconfia de algo ou alguém por ter sinais, realmente há motivo para tal desconfiança.

 

23) Para bom entendedor, meia palavra basta – é usado em situações nas quais o interlocutor capta rapidamente a mensagem que o locutor está produzindo.

 

24) Por ele eu ponho minha mão no fogo – sinaliza quando uma pessoa confia cegamente na outra a ponto de acreditar em tudo que ela fala.

 

25) Quem não é visto, não é lembrado – ressalta que pessoas que se isolam ou não se mostram podem ser esquecidas ou substituídas por outras que estão mais à vista.

 

26) Quem não tem cão caça com gato – remete à ideia de que, quando não temos algum objeto adequado para realizar a atividade, devemos improvisar.

 

27) Roupa suja se lava em casa – indica que as pessoas devem discutir ou brigar somente entre membros da família, não na frente de desconhecidos.

 

28) Saco vazio não para em pé – revela que devemos nos alimentar, porque, caso contrário, não teremos forças e podemos sentir-nos mal a ponto de desmaiar.

 

29) Quem com ferro fere, com ferro será ferido – significa que as pessoas que prejudicam outras serão prejudicadas um dia da mesma forma.

 

30) Um dia é da caça, outro, do caçador – mostra que as pessoas têm dias e dias, que podem ser bons ou ruins, portanto, vida que segue.


Fonte



A DANÇA DA MENINA ROMA


 

1943 | Sobibor — A Dança da Menina Roma
Em 1943, no campo de extermínio de Sobibor, uma menina roma — não devia ter mais de quinze anos — foi colocada na fila que levava às câmaras de gás.
Seu vestido estava rasgado, os pés descalços e feridos, mas antes de seguir adiante, ela se virou para os outros e sussurrou:
> “Olhem.”
E então, começou a dançar.
Seus movimentos eram suaves, quase etéreos — um gesto impossível de beleza no meio do horror.
Braços abertos como asas, passos leves como vento sobre cinzas.
Não dançava para fugir, mas para afirmar o que ainda era seu: dignidade, identidade, vida.
Alguns prisioneiros choraram.
Outros, por um instante, tentaram acompanhá-la — um passo, um sopro, um último lampejo de liberdade.
Naquele breve momento, não eram vítimas.
Não eram números.
Eram humanos.
Um sobrevivente lembraria depois:
> “Ela dançou como se desafiasse a morte. E era exatamente isso.”
Seus rastros se apagaram na terra, mas o espírito da menina de Sobibor não desapareceu.
Permanece na memória e no testemunho, lembrando-nos que, mesmo diante do aniquilamento, a vida ainda pode escolher se erguer e dançar.

COMO SURGIU A CANÇÃO CARINHOSO



 

A letra de "Carinhoso", autoria de Braguinha (Carlos Alberto Ferreira Braga), é uma das maiores obras-primas de nossa música popular. O recurso utilizado por ele em um trecho complexo da belíssima linha melódica de Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho) "Vem, vem, vem, vem" (pois o tempo melódico não comportava mais do que monossílabos), é coisa de gênio. Dois mestres de nossa música popular respeitados e consagrados em todo o mundo. Quando Louis Armstrong, um dos maiores nomes do jazz dos Estados Unidos, esteve no Brasil, seu maior desejo foi conhecer Pixinguinha.


* Nota:


Pixinguinha fez a melodia de "Carinhoso", em 1917, mas acabou esquecendo-a, embora tenha gravado-a, no ano de 1926, em ritmo de polca por uma banda com um ritmo mais acelerado. Em 1936, a cantora Heloísa Helena pediu a Braguinha para por letra na melodia, pois queria cantá-la num recital do Palácio do Catete. Como o espetáculo seria alguns dias depois e ela precisava ensaiar a música, Braguinha fez a letra nessa mesma noite. A canção fez sucesso no recital e o então iniciante Orlando Silva gravou-a em um ritmo mais lento e com uma interpretação mais romântica, em um compasso de samba-canção. Foi um sucesso estrondoso da noite pro dia. Dessa época em diante, "Carinhoso" já teve mais de 300 regravações no Brasil e exterior. Sendo considerada nosso segundo Hino Nacional.

PS - Uma vez, vi Braguinha saltar de um táxi bem na minha frente, na Av. Rio Branco. Trajava um impecável terno de linho branco e usava uma bengala de marfim. Não perdi tempo, dirigi-me a ele e disse-lhe que era um prazer indescritível poder dar-lhe um abraço e apertar-lhe a mão. Eu era bem jovem, aí pelos meus 20 anos, ele ficou meio surpreso e falou: "O prazer é meu. Não sabia que eu ainda era lembrado pela juventude". Claro que sabia, conversamos um pouco e começou a juntar gente, ele sempre muito amável com todos. Depois de um tempo e de outros apertos de mão, entrou num edifício. Aquele dia nunca mais esqueci.


Fonte

O GAROTO QUE REVOLUCIONOU A AGRICULTURA




Em 1841, na ilha da Reunião, um jovem escravizado de apenas 12 anos, chamado Edmond Albius, transformou o mundo com duas ferramentas improváveis: sua curiosidade e seu polegar.
Os franceses haviam levado a planta da baunilha do México para as colônias no Oceano Índico. Mas enfrentavam um impasse: sem os insetos polinizadores nativos do México, as flores murchavam antes de produzir vagens. Agricultores e botânicos tentaram de tudo — e falharam.
Até que Edmond descobriu o impossível.
Com um pequeno galho ou um fio de capim, ele abriu o opérculo da flor e uniu manualmente as partes masculina e feminina. A polinização artificial funcionou. Era um gesto simples, rápido e genial — algo que os especialistas da época não conseguiram fazer.
A partir daí, a produção de baunilha explodiu. A ilha da Reunião virou centro de cultivo, seguida por Madagascar, que ainda hoje lidera o mercado mundial — usando o método criado por Edmond.
Mas para o garoto que revolucionou a agricultura, não houve glória. Nem dinheiro. Nem justiça. Edmond Albius morreu pobre e esquecido.
Hoje, lembramos seu nome.

Porque um menino escravizado, sem escola nem liberdade, revelou o segredo da orquídea-baunilha e deixou sua marca em cada sorvete, cada bolo, cada perfume. 


Fonte

PELOS BASTIDORES DO CINEMA



 É assim que foi filmada a famosa abertura de filmes do MGM.

Todo mundo lembra de assistir a um filme e ele começar com um grande leão abrindo a boca e rugindo imponente. Pois é, esta imagem de 1928 mostra a perigosa filmagem desses créditos iniciais do estúdio MGM.

O que nem todo mundo sabe é que no mínimo sete leões já foram usados desde os primórdios do estúdio, sendo essa gravação de 1928 a considerada mais perigosa. O leão estava solto no set, apenas com um adestrador. No final, ninguém saiu ferido.



Via Site Fatos Desconhecidos


UMA HISTÓRIA SOBRE MARIA MULAMBO



Maria Mulambo

Maria Mulambo era filha de escrava com um senhor de muitas terras e que amava sua mãe, ele não a tratava como escrava mas sim como esposa, por mais que existisse preconceito das pessoas da cidade por ela ser negra. Mulambo não conheceu sua mãe, assim que nasceu sua mãe faleceu no parto, então foi criada por seu pai todos na cidade a tratavam muito bem, principalmente os mais nobres, pelo fato de seu pai ter muitas riquezas e poder na cidade, seu pai sofria de uma doença que não teria cura, assim deixou toda sua herança para ela, uma jovem linda, que quando completou seus 18 anos perdeu seu pai, sozinha no mundo, com dinheiro, mas tão infeliz, o povo da cidade quando souberam da morte de seu pai mudaram completamente com ela, mesmo sendo uma negra muito bonita, para todos ela não passava de uma escrava que se escondia atrás de jóias e de vestidos caros. Mesmo sabendo que as pessoas a discriminavam, passou a andar com os humildes, que por ela não tinham preconceito, só admiração, pois a mesma fazia doações generosas às famílias pobres.

Um dia encontrou com um rapaz muito formoso e gentil, desde então o rapaz passou a visitá-la, tirando um pouco da solidão, e a cada dia foi ganhando mais sua confiança e amor, não demorou muito para se casarem, naquela época as mulheres não poderiam aprender a ler e nem escrever, foi então que o pior aconteceu! O seu sonho virou um pesadelo.

Mulambo saiu, como costumava fazer todos os dias para visitar as famílias e o vilarejo, quando voltou a sua casa, os escravos que a serviram por tantos anos, a impediram de entrar em sua própria casa por ordem de seu marido, lhe disseram que o senhor ordenou que não deixassem entrar nem para beber água, que naquela casa ela não teria mais nada, teria apenas a rua.

Mulambo não acreditou no que estava ouvindo, pois seu amado marido a traiu e lhe roubou todos os bens.

Se passaram dias, e suas roupas finas viraram farrapos, sua fisionomia mudou de alegre e viva para triste e escura, mas a sua beleza ainda era visível para todos que passavam e viam aquela mulher com a mão estendida, suja e esfarrapada. Mulambo passou muita fome e frio mas ainda assim, o que mais lhe maltratava era a traição, passando pela mesma calçada, uma mulher bonita, uma famosa dona de cabaré olhou para Mulambo e perguntou:

- Moça és tão bela, o porque esta esmolando? Mulambo mal olhou para moça e nada respondeu. Essa moça conhecida como Sete Saias fez um convite a Mulambo, que se a mesma fosse com ela seria muito rica e amada por muitos homens. Dona Sete a arrumou e começou a fazer a vida, conquistou o dobro da riqueza, era uma das mais procuradas no cabaré, guardava seu coração na gaveta, para que fosse rigorosa e fria na hora de cobrar, fez muitos abortos, muitas vezes Mulambo foi obrigada a tirar, por causa do trabalho, ela não saberia lidar com essa situação.

Um dia a casa estava cheia, e o homem que destruiu sua vida e roubou seus bens foi conferir o boato que se alastrou pela cidade, quando Mulambo o viu, seu coração galopava de uma forma absurda, por mais que ele tivesse destruído os seus sonhos ela ainda o amava, ele foi até ela e pediu perdão por tudo que tinha feito, disse que era um tolo, disse também que queria a esposa dele de volta, disse que foi egoísta e ambicioso, mas era para que ela entendesse que ele sempre sofreu na vida, e não tinha o direito de fazer o mesmo com ela, ele marcou um encontro com ela em uma encruzilhada distante do cabaré a meia noite, ela pensou e por final decidiu aceitar o convite, na esperança de que ele realmente tinha falado a verdade e mudado, Mulambo saiu escondida com uma capa preta, ao chegar lá ele se aproximou e disse “Você foi a mulher mais linda que conheci em toda minha vida, e sua beleza não dividirei com ninguém, vou fazer isso por amor”, dito isso mais seis homens apareceram, a seguraram e a esfaquearam várias vezes e com ela ainda viva, ele a jogou em uma lixeira e atirou fogo


Fonte

A SÍNDROME DE DOWN




Você sabia que a síndrome de Down carrega o nome de um homem que, em plena era vitoriana, ousou ver humanidade onde muitos só enxergavam rótulos?
John Langdon Down, médico britânico, foi o primeiro a classificar essa condição em 1866. Mas ele foi além da medicina — foi um visionário, um humanista num tempo em que pessoas com deficiência intelectual eram descartadas pela sociedade.
Langdon Down iniciou sua carreira como médico-chefe da instituição Earlswood, um local destinado ao cuidado de indivíduos com deficiências intelectuais. Ele chegou sem experiência na área, mas com algo raro e poderoso: empatia. Onde outros viam fardos, ele enxergava vidas com dignidade. Onde outros aplicavam castigos, ele buscava cuidado.
Naquela época, era comum encontrar pacientes maltratados, em condições desumanas, vivendo sob violência, negligência e abandono. Mas Langdon Down decidiu mudar essa realidade. Proibiu punições físicas, exigiu higiene rigorosa, contratou novos profissionais e introduziu atividades terapêuticas como jardinagem, pintura e artesanato — tudo para estimular o desenvolvimento e resgatar a autoestima dos pacientes.
Ele foi além do cuidado médico. Registrou mais de 200 fotografias dos seus pacientes com sensibilidade e respeito. Em vez de expô-los como “casos clínicos”, retratou-os em trajes elegantes, em poses dignas, como quem diz silenciosamente: “Eles merecem ser vistos com humanidade.”
Em 1868, Langdon Down deu um passo ainda mais ousado: comprou uma mansão para criar um novo modelo de cuidado. O lugar não era apenas uma instituição — era um lar. Chamava-se Normansfield, e ali, pessoas com síndrome de Down recebiam educação particular, aprendiam equitação, música, jardinagem, e se apresentavam num teatro construído especialmente para elas. Um espaço onde talento, criatividade e alegria floresciam.
Hoje, mais de 150 anos depois, a mansão ainda existe no Reino Unido como o Langdon Down Centre, que abriga o histórico Teatro Normansfield e mantém vivo o legado de um homem que foi muito além da medicina.
Langdon Down não apenas identificou uma condição genética. Ele lutou por respeito, empatia e inclusão, muito antes dessas palavras ganharem força no mundo.
Que a história desse homem nos lembre: a verdadeira ciência é aquela que reconhece o valor da vida — toda vida.


Fonte 

MAL ou MAU :COMO SABER USAR

 

 IMAGEM EXTRAÍDA DA INTERNET


As pessoas também perguntam e tem dúvidas na hora de falar e escrever principalmente.
Tire suas dúvidas agora!

Clique Aqui e aprofunde.






O MESTRE DAMASCENO

 

Via Movimento Cultural Papaxibé



Na noite desta quarta-feira (05/03/25), após a apuração do Grupo Especial das escolas de samba do Rio de Janeiro, a equipe Mestre Damasceno usou seu perfil nas redes sociais para expressar sua felicidade ao ver que o samba-enredo da Acadêmicos da Grande Rio recebeu nota máxima. O samba da escola, que conquistou o 2º lugar geral, é assinado por compositores paraenses, incluindo o cantor e compositor natural de Salvaterra, na Ilha do Marajó, no Pará, de 70 anos. “Podemos, Estado do Pará!", comemoraram no post. 


Mas quem é o Mestre Damasceno...

 Cantor, compositor, diretor, escritor de autos juninos e pescador completa 50 anos de carreira. São mais de 400 composições, 4 álbuns lançados, além de estrelar os documentários “Mestre Damasceno – O Resplendor da Resistência Marajoara” e “O Boi-Bumbá de Salvaterra e suas Comunidades Quilombolas”, ambos dirigidos pelo produtor e amigo de longa data, Guto Nunes. Damasceno é o criador do Búfalo-Bumbá, a brincadeira junina que iniciou como boi-bumbá, e em homenagem à força e a tradição de criação de búfalos em terras marajoaras, ganhou o atual nome. 

Acesse aqui e assista um Vídeo sobre o Mestre Damasceno

Mestre Damasceno também está nas Redes Sociais...Se você quiser conhecer mais sobre ele e suas obras é só buscar acessando-as!



Ouça abaixo o Samba da Escola Grande Rio composta por mestre Damasceno




O MAGNÍFICO THOMAS FULLER






Thomas Fuller foi um africano vendido como escravo em 1724 aos 14 anos. Ele era conhecido pelo nome de "calculadora da Virgínia" por sua extraordinária capacidade de resolver problemas matemáticos complexos apenas usando sua mente. Ele foi perguntado quantos segundos havia em um ano, e ele respondeu rapidamente que havia 31.536.000 segundos em um ano.


Perguntaram novamente quantos segundos um homem de 70 anos, 17 dias e 12 horas viveu, e em um minuto e meio ele respondeu que o número era de 2.210.500.800 segundos ao todo. Um dos homens que tentava resolver o problema com lápis e papel informou a Fuller que ele estava errado porque o número era muito menor. Fuller simplesmente respondeu que “oh, mas você esqueceu de incluir anos bissextos. Quando os segundos extras dos anos bissextos são adicionados, o número final corresponde.


Fuller foi um dos primeiros casos registrados de síndrome do sábio na literatura, quando em 1789 Benjamin Rush, o pai da psiquiatria americana, descreveu a incrível capacidade de Fuller de calcular sem ter recebido qualquer educação ou treinamento em matemática. Sua habilidade foi usada como prova de que os afro-americanos escravizados eram iguais aos brancos em termos de inteligência, algo que deu força ao discurso pró-abolicionista.



Clique aqui e aprenda mais coisas navegando aqui no nosso Site

 

O SIGNIFICADO DA MACUMBA

 


A "macumba", na verdade eram ajudas deixadas a noite para os escravos fugitivos, por outros já libertos. Deixavam farofa de galinha, pois era fácil de fazer, pinga pra aliviar o frio, as dores e limpar ferimentos, as vezes um pouco de dinheiro, e vela acesa pra sinalizar o local. É fato que muitas vezes o capitão do mato encontrava o "trabalho" antes dos fujões, quando perguntavam o que era aquilo, os escravos diziam que era oferenda para o tinhoso, assim os perseguidores não mexiam por medo. 


Simplesmente genial!


O conhecimento é libertador.


Clique aqui e aprenda mais coisas navegando aqui no nosso Site



A MAIS ALTA ÁRVORE DO MUNDO

 



HYPERON, a árvore mais alta do planeta.
Esta árvore mede 115,85 metros de altura e seu tronco possui um diâmetro entre 4 e 5 metros.

É uma Sequóia Sempervirens relativamente jovem, aproximadamente 800 anos. Para te dar uma ideia da altura dele, o prédio Big Ben tem apenas 96 metros de altura.

Foto: National Geographic, Parque Nacional Redwood.

O QUE É CULTURA ...

 


Cultura: o que é, características, elementos e tipos

Daniela Diana
Daniela Diana 
Professora licenciada em Letras

Cultura é um conceito amplo que representa o conjunto de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social. Ela é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes.

Dessa forma, a cultura representa o patrimônio social de um grupo sendo a soma de padrões dos comportamentos humanos e que envolve: conhecimentos, experiências, atitudes, valores, crenças, religião, língua, hierarquia, relações espaciais, noção de tempo, conceitos de universo.

A cultura também pode ser definida como o comportamento por meio da aprendizagem social. Essa dinâmica faz dela uma poderosa ferramenta para a sobrevivência humana e tornou-se o foco central da antropologia desde os estudos do britânico Edward Tylor (1832-1917). Segundo ele:

"A cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade".

Características da Cultura

  • Determinada pelo conjunto de saberes, comportamentos e modos de fazer;
  • possui um caráter simbólico;
  • é adquirida por meio das relações sociais de um grupo;
  • é transmitida para gerações posteriores;
  • não é estática, sendo influenciada por novos hábitos.

Cultura na Sociologia

A cultura na sociologia representa o conjunto de saberes e tradições de um povo. Estes são produzidos pela interação social entre os indivíduos de uma comunidade ou sociedade.

A partir das necessidades humanas vão sendo moldados e criados padrões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.

Vale lembrar que nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra. O que existe são diferenças culturais entre os diversos grupos.

drões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.

Vale lembrar que nenhuma cultura deve ser considerada superior à outra. O que existe são diferenças culturais entre os diversos grupos.Ao fazer juízo de valor sobre algum aspecto externo à sua cultura, podemos estar sendo etnocêntricos.

etnocentrismo ocorre quando consideramos nossos hábitos ou condutas superiores aos de outrem. Isso pode gerar preconceitos não fundamentados.

Leia tambémRelativismo Cultural

7 Tipos de Cultura

1. Cultura de Massa

A cultura de massa é o conjunto de ideias e valores que se desenvolve tendo como ponto de partida a mesma mídia, notícia, música ou arte. Ela é transmitida sem considerar as especificidades locais ou regionais.

A cultura de massa é usada para promover o consumismo entre os indivíduos, sendo um comportamento típico do capitalismo, que foi expandido de maneira drástica a partir dos séculos XIX e XX.

Veja tambémCultura de massa

2. Cultura Erudita

Diferente da cultura de massa, a cultura erudita é resultado do conhecimento adquirido por meio da pesquisa e do estudo nos mais diferentes campos.

Não é ofertado massivamente, está disponível a poucos e representa uma forma de diferenciação social permitida pelo acesso ao conhecimento. Como exemplos, temos as exposições artísticas, apresentações teatrais e os concertos.

Veja tambémCultura erudita

3. Cultura Popular

A cultura popular está intimamente relacionada com as tradições e aos saberes, os quais são determinados pelo povo.

Em oposição à cultura erudita, ela ocorre de forma espontânea e orgânica. Portanto, não está associada aos equipamentos culturais, como os museus, cinemas, bibliotecas, etc.

Exemplos: as festas, o folclore, o artesanato, as músicas e a dança.

Veja tambémCultura popular

4. Cultura Material

A cultura material representa o conjunto de patrimônio cultural e histórico formado por elementos concretos que ao longo de tempo foram construídos pelo ser humano.

Como exemplos de cultura material temos os elementos arquitetônicos (igrejas, museus, bibliotecas) e os objetos de uso pessoal e coletivo (obras de arte, utensílios, vestimenta).

Veja tambémPatrimônio Histórico

5. Cultura Imaterial

Diferente da cultura material, a cultura imaterial é formada pelos elementos intangíveis, que não podemos tocar.

Ela representa o conjunto de saberes, tradições, técnicas, hábitos, comportamentos, costumes e modos de fazer de um determinado grupo.

Considerada um patrimônio cultural transmitido entre gerações, temos como exemplos as lendas folclóricas, as feiras populares, os rituais, as danças, a culinária, etc.

Veja tambémCultura material e imaterial

6. Cultura Organizacional

A cultura organizacional, também chamada de "cultura corporativa", reúne um conjunto de elementos associados aos valores, missões e comportamentos de determinada organização.

Dentro do contexto da globalização e dos estudos mercadológicos, esse tipo de cultura foi criando padrões de funcionamento e operações, por exemplo, dentro de empresas ou outras organizações.

Veja tambémCultura organizacional

7. Cultura Corporal

A cultura corporal analisa o comportamento dos seres humanos em seus mais diferentes grupos. Ela reúne as práticas relacionadas ao movimento: danças, jogos, atividades, comportamento sexual e festividades.

Elementos da Cultura

Associada aos valores materiais e espirituais, os elementos culturais são:

1. Elementos da Cultura Material

Associada aos elementos tangíveis, concretos e palpáveis, construídos pelos seres humanos.

Como exemplos de cultura material podemos citar as construções e os objetos: museus, igrejas, obras de arte, vestuário, utensílios, etc.

2. Elementos da Cultura Imaterial

Relacionado com os elementos intangíveis e espirituais de um grupo, a cultura imaterial representa os saberes, os modos de fazer e os valores partilhados entre os membros de uma sociedade.

Como exemplos, podemos citar os rituais, as lendas, as festas, a linguagem, a culinária, etc.

Cultura Brasileira

cultura brasileira resulta da mistura de raças e etnias que constituem o país desde o descobrimento.

A diversidade cultural brasileira foi influenciada por quatro grandes grupos:

  • colonos portugueses;
  • os indígenas, que já viviam nesse território antes da chegada de Pedro Álvares Cabral;
  • os negros africanos escravizados;
  • os europeus, que chegaram principalmente ao fim do período de exploração da mão de obra não remunerada.

Diferente da maioria dos países que passaram pelo processo de colonização, o Brasil é marcado pela miscigenação, condição que influencia diretamente na cultura.

Há comportamentos que resultam da mistura de múltiplos grupos. Podemos ver essa realidade em festas, regras de etiqueta e crenças.

A língua portuguesa, que é um importante elemento da unidade nacional, também está entre os pontos de destaque da cultura brasileira.

Em consequência das dimensões geográficas, os diferentes grupos que se estabeleceram no país influenciaram a língua de maneira particular. Assim, há entonações e expressões que apontam as mais variadas regiões.

Embora seja a mesma, a língua é pronunciada de maneira diferente no Sul, no Sudeste, no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste. Todas diferem do português falado em Portugal.

Saiba mais sobre cultura: