A SÍNDROME DE DOWN




Você sabia que a síndrome de Down carrega o nome de um homem que, em plena era vitoriana, ousou ver humanidade onde muitos só enxergavam rótulos?
John Langdon Down, médico britânico, foi o primeiro a classificar essa condição em 1866. Mas ele foi além da medicina — foi um visionário, um humanista num tempo em que pessoas com deficiência intelectual eram descartadas pela sociedade.
Langdon Down iniciou sua carreira como médico-chefe da instituição Earlswood, um local destinado ao cuidado de indivíduos com deficiências intelectuais. Ele chegou sem experiência na área, mas com algo raro e poderoso: empatia. Onde outros viam fardos, ele enxergava vidas com dignidade. Onde outros aplicavam castigos, ele buscava cuidado.
Naquela época, era comum encontrar pacientes maltratados, em condições desumanas, vivendo sob violência, negligência e abandono. Mas Langdon Down decidiu mudar essa realidade. Proibiu punições físicas, exigiu higiene rigorosa, contratou novos profissionais e introduziu atividades terapêuticas como jardinagem, pintura e artesanato — tudo para estimular o desenvolvimento e resgatar a autoestima dos pacientes.
Ele foi além do cuidado médico. Registrou mais de 200 fotografias dos seus pacientes com sensibilidade e respeito. Em vez de expô-los como “casos clínicos”, retratou-os em trajes elegantes, em poses dignas, como quem diz silenciosamente: “Eles merecem ser vistos com humanidade.”
Em 1868, Langdon Down deu um passo ainda mais ousado: comprou uma mansão para criar um novo modelo de cuidado. O lugar não era apenas uma instituição — era um lar. Chamava-se Normansfield, e ali, pessoas com síndrome de Down recebiam educação particular, aprendiam equitação, música, jardinagem, e se apresentavam num teatro construído especialmente para elas. Um espaço onde talento, criatividade e alegria floresciam.
Hoje, mais de 150 anos depois, a mansão ainda existe no Reino Unido como o Langdon Down Centre, que abriga o histórico Teatro Normansfield e mantém vivo o legado de um homem que foi muito além da medicina.
Langdon Down não apenas identificou uma condição genética. Ele lutou por respeito, empatia e inclusão, muito antes dessas palavras ganharem força no mundo.
Que a história desse homem nos lembre: a verdadeira ciência é aquela que reconhece o valor da vida — toda vida.


Fonte 

GRATIDÃO ACIMA DE TUDO

 




 

POR TODA ETERNIDADE

O Hotel Majestic colocou Mário Quintana no olho da rua.
A miséria havia chegado absoluta ao universo do poeta.
Mário não se casou e não tinha filhos.
Estava só, falido, desesperançoso e sem ter para onde ir.
O porteiro do hotel, jogou na calçada um agasalho de Mário, que tinha ficado no quarto, e disse com frieza: - Toma, velho!
Derrotado, recitou ao porteiro: - A poesia não se entrega a quem a define.
Mário estava só.
Absolutamente só.
Onde estavam os passarinhos?
A sarjeta aguardava o ancião. Alguém como Mário Quintana jogado à própria sorte!
Paulo Roberto Falcão, que jogava em Roma, à época, estava de férias em sua cidade natal e soube do acontecido.
Imediatamente se dirigiu ao hotel e observou aquela cena absurda. Triste, Mário chorava.
O craque estacionou seu carro, caminhou até o poeta e indagou: - Sr. Quintana, o que está acontecendo?
Mário ergueu os olhos e enxugou as lágrimas - daquelas que insistem em povoar os olhos dos poetas - e, reconhecendo o craque, lhe disse: - Quisera não fossem lágrimas, quisera eu não fosse um poeta, quisera ouvisse os conselhos de minha mãe e fosse engenheiro, médico, professor. Ninguém vive de comer poesia.
Mário explicou a Falcão que todo seu dinheiro acabara, que tudo o que possuía não era suficiente para pagar sequer uma diária do hotel.
Seus bens se resumiam apenas às malas depositadas na calçada.
De súbito, Falcão colocou a bagagem em seu carro, no mais completo silêncio.
E, em silencio, abriu a porta para Mario e o convidou a sentar-se no banco do carona.
Manobrou e estacionou na garagem de um outro hotel, o pomposo Royal.
Desceu as malas.
Chamou o gerente e lhe disse: - O Sr. Quintana agora é meu hóspede!
Por quanto tempo, Sr. Falcão? - indagou o funcionário.
O jogador observou o olhar tímido e surpreso do poeta e, enquanto o abraçava, comovido, respondeu: - POR TODA ETERNIDADE.
O Hotel Royal pertencia ao jogador!
O poeta faleceu em 1994.




MAL ou MAU :COMO SABER USAR

 

 IMAGEM EXTRAÍDA DA INTERNET


As pessoas também perguntam e tem dúvidas na hora de falar e escrever principalmente.
Tire suas dúvidas agora!

Clique Aqui e aprofunde.






COMO SABER A IDADE DE UMA ÁRVORE

 

Para saber a idade exata de uma árvore, é preciso contar

 seus

 anéis de crescimento.

O problema é que, até pouco tempo atrás, os pesquisadores

 acreditavam que as espécies de regiões tropicais não tinham

 esses anéis. Isso porque é mais difícil observá-los nelas do

 que

 nas árvores de regiões temperadas, por exemplo. "Nas

 regiões

 temperadas, 100% das árvores têm anéis de crescimento. Já

 nas tropicais, eles são comprovados apenas em uma

 minoria".


Para dificultar, não é qualquer anel que entra na conta. A

 precisão da idade só é alcançada quando os

 anéis são contados a partir da medula e do ponto mais baixo

 possível do tronco.


 Outro detalhe: o ano de crescimento de uma árvore não equivale a 12 meses, e sim ao período (variável) em que ela cresceu durante aquele ano. Por exemplo, há centenas de anos, em uma época de grandes chuvas, uma árvore que atualmente cresce durante 8 meses do ano poderia ter crescido por 11 meses. Os fatores que determinam isso dependem da espécie da árvore e do clima. Entre eles estão a temperatura, as chuvas e o oxigênio.

Referência: Revista Galileu


Clique na Imagem para ampliar








O PODER E A FORÇA DAS FORMIGAS

 

As formigas são fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas, pois desempenham diversas funções:

Aeração do solo : As formigas movimentam o solo, permitindo que o ar chegue até as raízes das plantas.

Adubação: As formigas incorporam nutrientes ao solo, aumentando sua fertilidade.

Dispersão de sementes: As formigas ajudam a espalhar as sementes das plantas, contribuindo para a reprodução de espécies vegetais.

Controle biológico: As formigas reduzem a população de pragas indesejáveis.

Polinização: As formigas ajudam a polinizar diversas espécies vegetais.

Decomposição da matéria orgânica: As formigas decompõem matéria orgânica em decomposição. 

Criação de habitat: As formigas criam habitat para outros animais.

Bioindicadores: As formigas são bioindicadores da diversidade biológica, ou seja, a presença de muitas espécies de formigas indica que também existem muitas espécies de outros bichos e plantas.



E tem mais: Se as formigas fossem exterminadas, haveria um grande desequilíbrio no ecossistema da terra.


As formigas podem levantar objetos várias vezes mais pesados que seus corpos.

Você sabia: As formigas podem levantar objetos várias vezes mais pesados que seus corpos até 50 vezes seu peso.

Não são animais incríveis!




O EXEMPLO DE ALI

 

 



O EXEMPLO DE ALI

Declaração de Muhammad Ali ao governo norte-americano sobre sua recusa em ir à guerra do Vietnam :


“Não me escondo do alistamento. Não queimo bandeiras. Não fujo para o Canadá. Fico aqui. Quer me mandar para a prisão? Bem, vá em frente. Tenho estado na prisão há 400 anos. Posso ficar outros quatro ou cinco mais, mas não vou percorrer 10.000 milhas para ajudar a assassinar e matar outros pobres. Se eu quiser morrer, morrerei aqui, agora, lutando contra você, se quiser morrer. Você é meu inimigo, não os chineses, nem os vietcongues, não os japoneses. Você é que se opõe a mim quando quero liberdade. É você que se opõe a mim quando quero justiça. Você é que se opõe a mim quando quero igualdade. Você quer que eu vá a algum lugar e que lute por você? Nem sequer aqui na América você defende meus direitos e minhas crenças. Nem sequer me defendes aqui em minha casa." 




"Nenhum vietcongue jamais me chamou de negro, nenhum deles jamais me fez mal algum. Poderia o exército me oferecer toda a riqueza da América, e de nada ela valeria se eu fosse ao Vietnã assassinar pessoas de cor, como eu" 


- Muhammad Ali.



i