GALINHAS D'ANGOLA...PROTETORAS NATURAIS


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 As galinhas d'angola, também conhecidas como capotes, são indispensáveis em chácaras, sítios e fazendas. Sempre que algo estranho invade seu território, elas formam um círculo em volta do intruso e fazem uma algazarra imensa, alertando os moradores. Quando isso acontece, é só ir verificar para perceber como elas são importantes na proteção contra perigos. Situações como esta nos lembram o quanto temos a agradecer à natureza.

CORAL VERDADEIRA & CORAL FALSA



 Aprenda a identificar entre uma serpente coral verdadeira e uma falsa coral


Algumas serpentes possuem cores muito parecidas, mas nem todas são perigosas. Saber diferenciá-las pode te ajudar a entender melhor a natureza e agir com precaução.
Se a cor vermelha toca o amarelo ou branco, provavelmente é uma coral verdadeira, venenosa.
Se o vermelho estiver separado pelo preto, é uma falsa coral, não venenosa.
Mas atenção:
Nunca se aproxime para conferir de perto!
Essa informação é apenas educativa e para conhecimento geral. Na vida real, mantenha distância e evite o contato sempre que avistar uma serpente.

COMO SURGIU O É PIC É PIC NA CANÇÃO DE PARABÉNS


 

É PIC É PIC É PIC .... VOCE SABIA DA ORIGEM DA SEGUNDA PARTE DO PARABENS A VOCE ?

"A canção mais famosa do mundo talvez seja a tradicional música do “Parabéns a você”, cantada em festas de crianças, jovens e adultos. Entretanto, enquanto a primeira parte da origem na canção “Good Morning to All” (“Bom dia a todos”), das irmãs e professoras norte-americanas Mildred J. Hill e Patty Hill em 1893, que resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola, a segunda parte tem influência DIRETA do brasileiros e, mais especificamente, dos estudantes do Largo São Francisco.

Os trechos compostos por “é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum”, é um amontoado de gírias e bordões dessa distinta universidade na década de 30. A parte “é pique, é pique”, é uma antiga saudação ao estudante Ubirajara Martins, que tinha o apelido de “pic pic”, já que vivia com uma tesoura aparando a barba e o bigode.

Segundo Hernâni Donato, Ubirajara era assim: ” Possuidor de uma barba imponente, ele levava consigo uma tesourinha, com a qual ficava aparando a barba que ostentava com orgulho. Ubirajara Martins costumava aparar sua barba, nas mesas do Ponto Chic, do qual era freqüentador. Os estudantes, por sua vez, ouviam o pique – pique da tesoura de Ubirajara e por gozação incluíram na canção o pique – pique e tesoura e ficou: É Pique, É Pique ! Meia hora, Meia hora ! É hora, é hora, é hora! Rajá timbum !”

Já o segundo trecho, composto por “é hora, é hora”, era praticamente um grito de guerra que cercava os bares ao redor da faculdade. Na época, por volta de 1930, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja, afinal, era o tempo que demorava para gelar nas barras de gelo.
Quando o tempo chegava, os estudantes gritavam “É meia hora, é hora, é hora, é hora”. Grito que se mantém até os dias de hoje. O último trecho, e talvez o mais curioso, é o “Rá-tim-bum”, que se refere a um rajá indiano chamado Timbum que visitou a faculdade e acabou caindo nas graças dos estudantes devido à sonoridade de seu nome.

O amontoado de bordões ecoava nas mesas dos botecos, e em especial no restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum”.
E Como Isso Se Transformou No Nosso “Parabéns”?

“Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos”, conta o ex-diretor da faculdade, Eduardo Marchi, que relembrou a curiosidade em seu discurso de posse, anos atrás".
(Foto e texto Tucuruvi Antiga).

HELENA DE TRÓIA

 



HELENA - O TRIUNFO TRÁGICO DE UM AMOR

Helena de Tróia é uma figura lendária da mitologia grega cuja história tem sido contada e recontada ao longo dos séculos. Ela é mais conhecida por sua associação com a Guerra de Troia, um dos eventos mais famosos da mitologia grega e um tema recorrente na literatura, na arte e na cultura popular.

De acordo com a mitologia grega, Helena nasceu de Zeus e Leda, esposa do rei de Esparta, Tíndaro. Seu nascimento é envolto em controvérsias e mistério, com algumas versões sugerindo que Zeus se transformou em um cisne para seduzir Leda. Helena era conhecida por sua extraordinária beleza, e sua história começa a se desdobrar quando ela é cortejada por muitos pretendentes.

O casamento de Helena com Menelau, rei de Esparta, é um dos eventos mais significativos de sua história. Menelau foi escolhido por Tíndaro como marido de Helena entre muitos pretendentes, e juntos eles reinaram em Esparta. No entanto, sua vida mudou drasticamente quando Paris, príncipe de Troia, a seduziu e a levou consigo de volta para Troia.

A fuga de Helena com Paris é frequentemente apontada como o catalisador para a Guerra de Troia, uma guerra que durou dez anos e foi travada entre os gregos (aqueus) e os troianos. A narrativa da guerra, sua causa e seus desdobramentos, são registradas principalmente na Ilíada, de Homero, uma das obras fundamentais da literatura ocidental.

A importância cultural de Helena de Tróia reside não apenas na sua influência sobre os eventos épicos da Guerra de Troia, mas também nas questões que sua história levanta. Sua figura é frequentemente usada como um símbolo da beleza e do desejo, mas também da traição e das consequências de ações impulsivas. Ela representa o conflito entre a lealdade familiar e o amor romântico, entre o dever e a paixão.

Além disso, Helena é frequentemente retratada como uma figura trágica, uma mulher cuja beleza e desejos a colocam em uma posição de grande poder, mas também de grande sofrimento. Sua história continua a inspirar obras literárias, teatrais, artísticas e cinematográficas, servindo como um lembrete atemporal das complexidades da condição humana e dos caprichos dos deuses na mitologia grega.

* trouxemos da Página "Estudos Históricos' (FB)


CRISTO REDENTOR: CURIOSIDADES




 1928: A cabeça do Cristo Redentor, no atelier do artista francês, Paul Landowski, que também esculpiu as duas mãos da estátua, que foram enviadas ao Brasil por navio.

O restante do monumento foi erguido no próprio local, em concreto, sobre uma estrutura de aço.

COMO SURGIU A CANÇÃO CARINHOSO



 

A letra de "Carinhoso", autoria de Braguinha (Carlos Alberto Ferreira Braga), é uma das maiores obras-primas de nossa música popular. O recurso utilizado por ele em um trecho complexo da belíssima linha melódica de Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho) "Vem, vem, vem, vem" (pois o tempo melódico não comportava mais do que monossílabos), é coisa de gênio. Dois mestres de nossa música popular respeitados e consagrados em todo o mundo. Quando Louis Armstrong, um dos maiores nomes do jazz dos Estados Unidos, esteve no Brasil, seu maior desejo foi conhecer Pixinguinha.


* Nota:


Pixinguinha fez a melodia de "Carinhoso", em 1917, mas acabou esquecendo-a, embora tenha gravado-a, no ano de 1926, em ritmo de polca por uma banda com um ritmo mais acelerado. Em 1936, a cantora Heloísa Helena pediu a Braguinha para por letra na melodia, pois queria cantá-la num recital do Palácio do Catete. Como o espetáculo seria alguns dias depois e ela precisava ensaiar a música, Braguinha fez a letra nessa mesma noite. A canção fez sucesso no recital e o então iniciante Orlando Silva gravou-a em um ritmo mais lento e com uma interpretação mais romântica, em um compasso de samba-canção. Foi um sucesso estrondoso da noite pro dia. Dessa época em diante, "Carinhoso" já teve mais de 300 regravações no Brasil e exterior. Sendo considerada nosso segundo Hino Nacional.

PS - Uma vez, vi Braguinha saltar de um táxi bem na minha frente, na Av. Rio Branco. Trajava um impecável terno de linho branco e usava uma bengala de marfim. Não perdi tempo, dirigi-me a ele e disse-lhe que era um prazer indescritível poder dar-lhe um abraço e apertar-lhe a mão. Eu era bem jovem, aí pelos meus 20 anos, ele ficou meio surpreso e falou: "O prazer é meu. Não sabia que eu ainda era lembrado pela juventude". Claro que sabia, conversamos um pouco e começou a juntar gente, ele sempre muito amável com todos. Depois de um tempo e de outros apertos de mão, entrou num edifício. Aquele dia nunca mais esqueci.


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O GAROTO QUE REVOLUCIONOU A AGRICULTURA




Em 1841, na ilha da Reunião, um jovem escravizado de apenas 12 anos, chamado Edmond Albius, transformou o mundo com duas ferramentas improváveis: sua curiosidade e seu polegar.
Os franceses haviam levado a planta da baunilha do México para as colônias no Oceano Índico. Mas enfrentavam um impasse: sem os insetos polinizadores nativos do México, as flores murchavam antes de produzir vagens. Agricultores e botânicos tentaram de tudo — e falharam.
Até que Edmond descobriu o impossível.
Com um pequeno galho ou um fio de capim, ele abriu o opérculo da flor e uniu manualmente as partes masculina e feminina. A polinização artificial funcionou. Era um gesto simples, rápido e genial — algo que os especialistas da época não conseguiram fazer.
A partir daí, a produção de baunilha explodiu. A ilha da Reunião virou centro de cultivo, seguida por Madagascar, que ainda hoje lidera o mercado mundial — usando o método criado por Edmond.
Mas para o garoto que revolucionou a agricultura, não houve glória. Nem dinheiro. Nem justiça. Edmond Albius morreu pobre e esquecido.
Hoje, lembramos seu nome.

Porque um menino escravizado, sem escola nem liberdade, revelou o segredo da orquídea-baunilha e deixou sua marca em cada sorvete, cada bolo, cada perfume. 


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