ASTRONOMIA

 


O Rebaixamento de Plutão: Por Que Ele Deixou de Ser Planeta?
Durante décadas, aprendemos que o Sistema Solar era composto por nove planetas, e Plutão, o pequeno e gelado mundo nos confins do nosso sistema, encerrava a lista. No entanto, em 2006, a União Astronômica Internacional (IAU) tomou uma decisão controversa que mudou os livros de ciência: Plutão foi rebaixado à categoria de “planeta anão”. Mas o que motivou essa mudança?
A reclassificação de Plutão não foi um ato arbitrário, mas uma consequência de novas descobertas e da necessidade de uma definição mais precisa do que constitui um planeta. A polêmica começou com a descoberta de outros corpos celestes no Cinturão de Kuiper – um vasto anel de objetos gelados além da órbita de Netuno – que eram muito semelhantes em tamanho e composição a Plutão. Um deles, Éris, era inclusive mais massivo. Isso criou um dilema para os astrônomos: se Plutão era um planeta, então Éris e potencialmente dezenas de outros objetos também deveriam ser, expandindo drasticamente o número de planetas no Sistema Solar.
Para resolver a questão, a IAU estabeleceu três critérios que um corpo celeste deve cumprir para ser considerado um planeta: 1) ele deve orbitar o Sol; 2) deve ter massa suficiente para que sua própria gravidade o molde em uma forma esférica (equilíbrio hidrostático); e 3) deve ter “limpado a vizinhança” de sua órbita, ou seja, ser o objeto gravitacionalmente dominante em seu caminho orbital, sem outros corpos de tamanho comparável. Plutão cumpre os dois primeiros critérios com louvor, mas falha no terceiro. Sua órbita é compartilhada com inúmeros outros objetos do Cinturão de Kuiper, e ele não é o “dono” do seu pedaço do espaço. Por essa razão, ele foi enquadrado na nova categoria de planeta anão, um termo que reconhece sua natureza planetária, mas também sua localização em uma vizinhança “povoada”. A história de Plutão nos ensina que a ciência é um processo dinâmico, sempre se refinando à medida que nossa visão do cosmos se expande.

ANATOMIA HUMANA...


Assim se mostra a vigilância silenciosa que mantém você vivo.

O que você observa não é apenas uma figura anatômica.

É um mapa magistral de conexões que protegem, informam e defendem o corpo… sem que você perceba.

As linhas brancas que percorrem a imagem representam o sistema nervoso periférico.

Uma rede fascinante de nervos que leva e traz informações entre o cérebro e cada canto do corpo.

Graças a eles você pode mover um músculo, sentir um carinho ou reagir a um perigo em milésimos de segundo.

Os pontos amarelos são os gânglios linfáticos.

Pequenos sentinelas que filtram a linfa, detectam ameaças, ativam defesas e formam parte essencial do sistema imunológico.


As estruturas azuis são as veias.

As estruturas vermelhas, as artérias.

Ambas trabalham em conjunto para garantir que cada célula receba o que precisa e elimine o que já não serve.

Tudo isso acontece sob a pele, sem fazer barulho, sem pedir aplausos.

E, no entanto…

é graças a essa rede perfeita que você pode viver, sentir, se mover, se recuperar e continuar.

A anatomia não é apenas algo a ser estudado:

é algo a ser admirado, respeitado…

e agradecido.

Porque entender como somos feitos

é também compreender o quão extraordinário é

estar vivo.

Nota: este conteúdo tem fins educativos e informativos. Não substitui consulta médica presencial e não deve ser usado para autodiagnóstico.

Em caso de sintomas ou dúvidas sobre sua saúde, procure sempre um profissional

qualificado.


Fonte

A IMPORTÂNCIA DO IODO NO SAL DE COZINHA



Até poucas gerações atrás, o **bócio endêmico** — aquele inchaço no pescoço causado por aumento da tireoide — era uma cena comum em regiões montanhosas da Europa, Ásia e América. A causa? A **deficiência de iodo no solo e na alimentação**.
A virada começou em **1811**, quando o químico francês **Bernard Courtois** isolou o iodo pela primeira vez a partir de algas marinhas. Pouco depois, em **1813**, o médico suíço **Jean-François Coindet** testou sais de iodo em pacientes com bócio e viu resultados rápidos. A conexão definitiva veio décadas mais tarde, com **Gaspard Adolphe Chatin**, que demonstrou cientificamente a relação entre a doença e a falta desse mineral essencial.
O verdadeiro salto de saúde pública ocorreu em **1922**, quando a **Suíça** introduziu o **sal iodado** — medida proposta pelo cirurgião **Hans Eggenberger** para combater o bócio e o cretinismo nas regiões alpinas. O sucesso foi imediato e inspirou outros países. Em **1924**, os **Estados Unidos** seguiram o exemplo, começando por Michigan.
No **Brasil**, a iodação do sal também se tornou obrigatória e ajudou a eliminar o bócio endêmico que antes era frequente em várias regiões.
Hoje, esse gesto simples — adicionar iodo ao sal — é considerado uma das **mais eficazes políticas de prevenção em saúde pública da história**, responsável por salvar milhões de pessoas de deficiências, atrasos cognitivos e doenças da tireoide.

A IMAGEM...



No domingo, 16 de julho de 1945, um grupo de meninas de apenas treze anos foi acampar nos Estados Unidos, nadando inocentemente em um rio perto de Ruidoso, no Novo México.
Na frente da foto, sorridente, estava Barbara Kent.

Elas não sabiam que, ali perto, o Projeto Manhattan havia acabado de detonar a primeira bomba nuclear da história — o Teste Trinity.

Anos depois, Barbara começou a ouvir notícias devastadoras: as meninas que dividiram com ela aquele verão estavam adoecendo, uma a uma.

Em 2021, já adulta, ela revelou:
“Quando cheguei aos 30 anos, eu era a única sobrevivente daquele acampamento.”

Barbara também enfrentou diversos cânceres ao longo da vida, incluindo câncer endometrial e múltiplos tipos de câncer de pele.


Fonte

GALINHAS D'ANGOLA...PROTETORAS NATURAIS


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 As galinhas d'angola, também conhecidas como capotes, são indispensáveis em chácaras, sítios e fazendas. Sempre que algo estranho invade seu território, elas formam um círculo em volta do intruso e fazem uma algazarra imensa, alertando os moradores. Quando isso acontece, é só ir verificar para perceber como elas são importantes na proteção contra perigos. Situações como esta nos lembram o quanto temos a agradecer à natureza.

CORAL VERDADEIRA & CORAL FALSA



 Aprenda a identificar entre uma serpente coral verdadeira e uma falsa coral


Algumas serpentes possuem cores muito parecidas, mas nem todas são perigosas. Saber diferenciá-las pode te ajudar a entender melhor a natureza e agir com precaução.
Se a cor vermelha toca o amarelo ou branco, provavelmente é uma coral verdadeira, venenosa.
Se o vermelho estiver separado pelo preto, é uma falsa coral, não venenosa.
Mas atenção:
Nunca se aproxime para conferir de perto!
Essa informação é apenas educativa e para conhecimento geral. Na vida real, mantenha distância e evite o contato sempre que avistar uma serpente.

COMO SURGIU O É PIC É PIC NA CANÇÃO DE PARABÉNS


 

É PIC É PIC É PIC .... VOCE SABIA DA ORIGEM DA SEGUNDA PARTE DO PARABENS A VOCE ?

"A canção mais famosa do mundo talvez seja a tradicional música do “Parabéns a você”, cantada em festas de crianças, jovens e adultos. Entretanto, enquanto a primeira parte da origem na canção “Good Morning to All” (“Bom dia a todos”), das irmãs e professoras norte-americanas Mildred J. Hill e Patty Hill em 1893, que resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola, a segunda parte tem influência DIRETA do brasileiros e, mais especificamente, dos estudantes do Largo São Francisco.

Os trechos compostos por “é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum”, é um amontoado de gírias e bordões dessa distinta universidade na década de 30. A parte “é pique, é pique”, é uma antiga saudação ao estudante Ubirajara Martins, que tinha o apelido de “pic pic”, já que vivia com uma tesoura aparando a barba e o bigode.

Segundo Hernâni Donato, Ubirajara era assim: ” Possuidor de uma barba imponente, ele levava consigo uma tesourinha, com a qual ficava aparando a barba que ostentava com orgulho. Ubirajara Martins costumava aparar sua barba, nas mesas do Ponto Chic, do qual era freqüentador. Os estudantes, por sua vez, ouviam o pique – pique da tesoura de Ubirajara e por gozação incluíram na canção o pique – pique e tesoura e ficou: É Pique, É Pique ! Meia hora, Meia hora ! É hora, é hora, é hora! Rajá timbum !”

Já o segundo trecho, composto por “é hora, é hora”, era praticamente um grito de guerra que cercava os bares ao redor da faculdade. Na época, por volta de 1930, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja, afinal, era o tempo que demorava para gelar nas barras de gelo.
Quando o tempo chegava, os estudantes gritavam “É meia hora, é hora, é hora, é hora”. Grito que se mantém até os dias de hoje. O último trecho, e talvez o mais curioso, é o “Rá-tim-bum”, que se refere a um rajá indiano chamado Timbum que visitou a faculdade e acabou caindo nas graças dos estudantes devido à sonoridade de seu nome.

O amontoado de bordões ecoava nas mesas dos botecos, e em especial no restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum”.
E Como Isso Se Transformou No Nosso “Parabéns”?

“Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos”, conta o ex-diretor da faculdade, Eduardo Marchi, que relembrou a curiosidade em seu discurso de posse, anos atrás".
(Foto e texto Tucuruvi Antiga).